terça-feira, 23 de setembro de 2008

AUTÁRQUICAS - 2009


A Comissão Política da secção de Vila Viçosa do PSD, reunida em sessão de trabalho na retoma do ano político, decidiu acelerar as actividades de preparação do próximo acto eleitoral autárquico de 2009.

A um ano das eleições autárquicas, na sequência da análise da situação política local, considera o PSD ser a única força política em condições de garantir aos calipolenses a recuperação da importância e do prestígio nacional de Vila Viçosa, estagnada há 12 anos por culpa da inércia da CDU.

Desgastada a CDU em 3 mandatos autárquicos e não sendo de esperar do Partido Socialista melhores soluções para Vila Viçosa que a degradação a que o Governo conduziu o país nos últimos 3 anos, entende o PSD de Vila Viçosa como necessário continuar as visitas regulares às freguesias rurais, incentivar o contacto e participação da população com os autarcas eleitos, constituir as listas de candidatos, com vista a uma aprofundada discussão dos problemas do concelho e procura das consequentes soluções.

A construção de um programa eleitoral autárquico a apresentar aos calipolenses em 2009, constituirá a principal prioridade das actividades do PSD de Vila Viçosa durante os próximos meses até às eleições autárquicas de 2009, altura em que, se os calipolenses confiarem nos candidatos do PSD, estes iniciarão um ciclo político que conduzirá ao reconhecimento regional e nacional de Vila Viçosa como CIDADE, que bem merece ser.


Vila Viçosa, 23 de Setembro de 2008
A COMISSÃO POLÍTICA DE VV DO PSD
(Josué Bacalhau)

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

CAPUCHOS ATRIBULADOS EM 2008?


Segundo informações que recebemos, a organização de algumas actividades inseridas nas tradicionais Festas dos Capuchos do corrente ano de 2008, têm sido algo atribuladas, no que toca à relação entre a Câmara Municipal, os seus organizadores e outras entidades interessadas.

Vejamos uma passagem demonstrativa:

  • A primeira passagem estranha é desde logo a recusa do proprietário da Praça de Touros em permitir a realização de outros espectáculos taurinos que não os seus, naquele espaço, ainda que para benefício de associações locais sem fins lucrativos e de reconhecida utilidade pública;
  • É claro que o direito à propriedade privada e ao seu uso é do dono do imóvel, mas tal indicia por um lado, um mau relacionamento do mesmo com as entidades oficiais locais e, em segundo lugar, uma fraca capacidade da Câmara de Vila Viçosa em mediar e dirimir relações menos pacíficas entre agentes privados locais (proprietário, comissão de festas e associações desportivas/culturais) locais, a bem do interesse colectivo local e superando posições de eventual retracção das partes.
  • Pode não significar muito, mas que esta situação contribui para um sentimento de esgotamento da capacidade negocial da CM liderada pela CDU, não restam dúvidas, confirmando a erosão do potencial de respeito institucional até agora garantido.
  • As associações locais juntaram esforços e tiveram que montar uma estrutura amovível de espectáculo taurino que alugaram para o efeito, no Rossio junto ao tribunal, tendo a Câmara contribuido com a autorização de montagem e alguma cedência de material para arranjo do pavimento. No entanto, a CM não disponibilizou trabalhadores para o efeito, invocando a sua indisponibilidade, obrigando as associações promotoras da iniciativa a contratarem trabalhadores eventuais para o efeito;