«Já leram o comunicado da Concelhia do Partido Socialista de Vila Viçosa, ou andam distraidos.»
Como não existe resposta no comunicado (melhor será o termo lençol) a que se referem, expliquem-nos, por favor, como se nós fossemos muito burros:
- Qual o sentido de voto dos vereadores do PS na reunião de CM em que se deliberou a reivindicação junto do Governo e organismos desconcentrados da Administração Pública?
- Os vereadores do PS na CM ainda têm a confiança política do PS de Vila Viçosa? Se não, quando lhes foi retirada?
- A propósito de distracção, porque não previram os vereadores do PS na CM a situação de conflito entre a CM de Vila Viçosa e o Governo, antecipando a resolução de um problema que, segundo o PS de VV, foi fácil de resolver?
- Os vereadores do PS na CM são contra ou a favor das medidas do Governo do PS? A Comissão Política é sempre a favor, já percebemos a cegueria, mas, os vereadores, senhores, digam-nos por favor?
- Foram todos de braço dado (vereadores do PS e Comissão Política do PS) à ARS pedir a reabertura do internamento, ou os vereadores ficaram à braseira e não estiveram para se mexer?
Haverá por acaso alguma descoordenação ou mesmo divergência e desagregação no seio do PS de Vila Viçosa?
Vem esta última interrogação a propósito desta pérola de comentários, merecedores de destaque:
«Bem... eu não me considero uma pessoa muito perspicaz mas acho que percebi. Primeiro vêm os factos, depois as conclusões. É mais ou menos como uma composição do ensino básico... está explícito o que realmente está por detrás dos acontecimentos alarmistas e de carácter duvidoso que varreram o nosso concelho nos últimos dias. Penso que não é de bom tom o PSD dizer que não compreende é que ... sem levarem a mal a franqueza ... coloca-vos um pouco mal na fotografia.Até se sabe da confusão que vai nesse partido, a nível nacional e local, mas acho que devem medir as consequências dos títulos que publicam. É só um conselho! Bem, mas o facto é que, caso não saibam, com entendimento ou falta dele, o Serviço de Internamento do Centro de Saúde já abriu, sem que tivessem, como é vosso apanágio, aplaudido inutilmente o Executivo Camarário!Bem hajam e ... recomendo alguma leitura de exercício (por exemplo Manuel Alegre, José Saramago, Paulo Coelho, Mia Couto, Alice Vieira, ou mesmo o Pato Donald ou os Simpsons!), é que pode fazer falta quando é preciso interpretar textos tão difíceis como este. :)»
Anónimo disse...
«Obrigado por publicarem o meu comentário a este post. Não gostaram foi??? Então já sei a que é que a Manuela F Leite se referia quando afirmava os tais 6 meses sem democracia...
Mas pronto fica o concelho.
Leiam qq coisa, cultivem-se, para da próxima entenderem melhor os comunicados.Viva a democracia!»
Hilariantes sem dúvida estes comentários que não poderíamos deixar de "fotografar", reveladores do desespero que caracteriza os rastejantes defensores do indefensável: a incompetência da governação socialista.
Se as notícias sobre o assunto foram alarmistas e não tinham razão de ser, como explicar que a razão da não abertura do serviço, apontada pelo Director do Centro de Saúde na carta dirigida à CM (a falta de pessoal), tenha ficado resolvida da noite para o dia?
Má fé do Governo Socialista e da ARS para com as Câmaras que não são socialistas, prejudicando as populações que não votam no PS?
E pretendem Vªs. Exªs apresentar-se como alternativa à CDU nas próximas autárquicas aqui nesta Princesa do Alentejo?
Os calipolenses responderão à altura, esperando que lhes expliquem, como se fossemos muito burros. Tanto, que vos brindaram com a perda de 129 votos em 2005, correspondendo a uma queda de -8% relativamente a 2001.
É obra, para quem é culto, sabe ler bem e lê muito. Menos os números pelos vistos.
Da nossa parte, achamos que o tempo é pouco e não deve ser desperdiçado com ninharias e falta de senso.
Desculpem-nos os calipolenses este parentesis de resposta a provocação recebida, vá-se lá perceber porquê. Retomemos a nossa concentração no que é verdadeiramente importante: os problemas de Vila Viçosa e a procura de soluções para os mesmos.
















