domingo, 30 de maio de 2010

FAVORES DESTES FAZEM OS DE ELVAS E, NÃO NOS CONHECEM!



O título deste post poderia ser "Se o ridículo demitisse alguém, o PS estaria de saída da CM de VV".

Basta olhar para os valores deste micro-crédito para adivinhar a sua fraca utilidade, num dos poucos concelhos verdadeiramente industriais que restam no Alentejo, com empresas de dimensão empregadora e financeira claramente acima da média do distrito de Évora e do Alentejo.

As empresas do concelho precisam de microcrédito? As de que sectores de actividades? As da extracção e transformação de mármores não serão por certo, pois os valores de 250 a 12.500€ devem servir, quanto muito, para a compra de barrotes ou de cavaletes de madeira para colocar debaixo dos blocos e chapas serradas.

Que outros sectores da actividade económica verá a CM como potenciais beneficiários desta medida? Ao que se sabe, muitas das pequenas empresas de comércio e serviços do cocnelho começam a queixar-se em público cada vez mais pelos atrasos de pagamentos dos seus clientes, entre os quais o Estado e, mais concretamente, a própria Câmara Municipal.

Oferecer crédito a quem está afogado em atrasos de pagamentos do Estado aos seus fornecedores, é típico do PS e da sua incompetência de gestão da coisa pública: basta olhar para o (des)governo socialista do país. Mais, pergunte-se aos fornecedores das câmaras socialistas sobre a média de pagamento destas aos seus fornecedores.

Alguém ainda se recorda das medidas que o PSD propôs na campanha eleitoral para apoiar as empresas do concelho? Convém recordar aqui as mesmas, para que se pergunte ao PS quais foram as suas promessas e quantas delas já cumpriram ou vão cumprir.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

sábado, 1 de maio de 2010

MUNICÍPIO RESPONDE A AUMENTO DE QUASE 100% DO DESEMPREGO COM MAIS IMPOSTOS

Os números do desemprego em Vila Viçosa, nos quadros abaixo, são assustadores. Desde que a crise foi admitida pelos desgovernantes socialistas, no final do ano passado, o desemprego:

  • Cresceu quase 100% em VV, mais que os 38% que cresceu no Alentejo;

  • Cresceu 169% entre os homens, bem mais que os +50% no Alentejo;

  • Cresceu 53% nos jovens, contra +22% no Alentejo;

  • Cresceu 50% nos que têm habilitações de nível superior, quando tal aconteceu no Alentejo apenas em 9%.
Se acrescentarmos a isto a existência de 90 desempregados com habilitações escolares ao nível do ensino secundário, é caso para gritar bem alto:

VILA VIÇOSA está muito mais vulnerável ao desemprego provocado pela crise que a maior parte dos restantes concelhos do Alentejo.
Ora, seria de esperar exactamente o contrário, ...






Em Março de 2010, inscreveram-se no Centro de Emprego de Estremoz (na ribalta televisiva dos últimos tempos pelas mesmas razões que marcam as nomeações do reinado socialista) mais 81 desempregados residentes no concelho de Vila Viçosa mas apenas 4 foram colocados por aquele organismo na sequência de ofertas de emprego recolhidas no concelho.


Perante esta situação assustadora, que parece tender a agravar-se de dia para dia, o que fazem os socialistas do Município calipolense, que viram já subir o desemprego em 17% desde a sua eleição no passado mês de Outubro?

  • Estimulam a economia?

  • Incentivam e apoiam a criação de emprego?

  • Ajudam as empresas nos seus encargos evitando mais desemprego nos pequenos negócios e no pequeno comércio?

  • Diminuem os impostos locais como o IMI e a Derrama?

  • Ajudam as famílias desempregadas baixando alguma das taxas municipais e o IRS?
Nada disso, antes pelo contrário: repõem as taxas e licenças que tinham sido suspensas pelo anterior executivo, antes ainda ter decorrido 1 ano sobre tal decisão, impedindo assim as pequenas empresas de beneficiarem da isenção de pequenas coisas como as taxas de publicidade.

Para além da imoralidade da decisão decorrente de o PS não se ter oposto no executivo municipal onde tinha assento com 2 vereadores no anterior mandato, questiona-se ainda qual a verdadeira intenção desta gente que parece apostada em fazer mal a tudo e a todos, prejudicar pessoas e empresas, ...

A troco de quê e em nome de que objectivos?

A reposição de taxas cujo valor global representam uma ninharia para o orçamento do município, contribui de que forma para o equilíbrio das finanças municipais que, recorde-se, não estavam significativamente desequilibradas quando o PS ganhou as eleições (vamos ver como ficam quando o perderem, bastando seguir os exemplos dos governos socialistas e dos municípios de Alandroal, Évora e outros)?

Qual é o montante estimado no contributo as receita fiscal do município? Essa insignificante verba é necessária para alguma obra ou aquisição de serviços fundamental e determinante para o futuro do município?

O que podemos esperar deste executivo municipal? O nú substituiu o roto, ... O calipolense escolheu e agora paga.

sábado, 17 de abril de 2010

IRS - SOCIALISTAS CALIPOLENSES NADA GENEROSOS


A Câmara de Óbidos, do PSD, está entre aquelas que, na pior crise económica e financeira que o país vive, fruto da irresponsabilidade e incompetência governativa Socialista, ajuda as famílias a enfrentarem os encargos escolares dos seus filhos, libertando para o seus orçamentos, uma parte do IRS a que tinha direito.

Em contrapartida à perda de tal receita fiscal, a autarquia de Óbidos aumentou substancialmente as suas receitas por via da dinamização cultual e turística da economia local. Telmo Faria, a convite do PSD de Vila Viçosa, explicou aqui nesta terra como tal gestão pode e deve ser feita. Basta criatividade e vontade.

Do programa autárquico do PSD em Vila Viçosa, constava também, enquanto adpção de boas práticas fiscais observadas em outras autarquias, a proposta de redução em 3% do IRS das famílias calipolenses em 2010 e 2011, seguindo-se a redução de 2% nos anos seguintes, enquanto contributo da Câmara Municipal para que as mesmas enfrentassem a crise.

A proposta pode ser revista aqui, onde se recorda o que é uma proposta de generosidade autárquica rejeitada pelos munícipes calipolenses, que fizeram a sua opção eleitoral.

Esperemos pelos valores do desemprego do mês de Março e dos seguintes, para confirmarmos o contributo que a nova gestão socialista trouxe à melhoria da economia calipolense, face à gestão da CDU.

Falaremos então das propostas do PSD para a criação de ninhos/incubadoras de micro-empresas no concelho e do vazio que é a gestão autárquica do PS nesse (como em quase todos os outros) domínio.

Até lá, Boa Crise. Agradeça ao Partido Socialista.

sábado, 20 de março de 2010

DESEMPREGO EM VILA VIÇOSA - REQUERIMENTO AO PRESIDENTE DA CÂMARA



Após divulgação dos dados oficiais do desemprego referentes a Fevereiro/2010, dos quais certamente a Câmara Municipal de Vila Viçosa ainda não tem conhecimento, vimos aqui dar conta dos mesmos.

Acreditamos não ter a Câmara Municipal conhecimento dos mesmos pelo facto de, por um lado, sendo socialista, seguir a mesma linha do Governo, varrendo o desemprego para debaixo do tapete sob a desculpa repetida desde há 8 meses consecutivos de que a estagnação do cresimento do desemprego estará próxima, apresar de termos hoje em Portugal mais 71.000 desempregados do que quando nasceu essa esperança ainda não revelada à luz lusitana ou calipolense.

Por outro lado, todos nos recordamos do estranho desempenho do actual Presidente da Câmara de Vila Viçosa num debate entre candidatos na Rádio Campanário durante a última campanha eleitoral autárquica, quando, acossado pelos seus opositores sobre o crescimento do desemprego resultante da governação socialista, ter invocado uns números de que só ele dispunha (provenientes do Centro de Emprego, imaginamos que o de Estremoz, talvez a título de favor e recebidos em alguma reunião na sede distrital do PS pelo Director do Centro de Emprego que foi nomeado pelo Governo socialista), mostrando que afinal o desemprego não tinha crescido em Vila Viçosa.

Ora, a avaliar pelas mais recentes estatísticas, públicas, porque publicadas e disponíveis para consulta em site que apresentamos como fonte, acessíveis ao mais leigo utilizador das NTIC, o desemprego cresceu em Vila Viçosa, desde o mês de Fevereiro de 2005, mês em que se realizaram eleições legislativas, ganhas pelo PS:

  • +24% de desempregados com o Governo PS;

  • +40% de desempregados jovens com o Gov. PS;

  • +100% de desempregados com habilitações de nível superior com o Governo PS, aumentando de 10 para 20, numa proporção de crescimento que representa o dobro da observada no Alentejo (já de si elevada: +50%). A estes valores há que juntar existência de 84 desempregados habilitados com o ensino secundário, no concelho;

  • +19% de desempregados de longa duração;
Em Fevereiro de 2010, inscreveram-se no Centro de Emprego de Estremoz 65 novos desempregados, enquanto que o número de colocados em ofertas de emprego foi apenas de 10% disso (6), revelando bem a falta de dinamismo da economia local na geração de oportunidades de emprego que evitem o crescimento do desemprego e possam mesmo contribuir para a sua diminuição.

Mas, se tomarmos em consideração o início da manifestação da crise em Portugal (Dezembro de 2008), os valores do desemprego em Vila Viçosa são ainda mais angustiantes, embora pareçam indiferentes ao Presidente da Câmara de Vila Viçosa que, ou por desconhecimento, ou por incapacidade de leitura dos mesmos, nada refere sobre este flagelo que afecta o concelho da forma seguinte, desde o início da crise:

  • +74% de desemprego em Vila Viçosa;

  • +31% de desemprego no Alentejo;

  • +161% de desempregados homens em Vila Viçosa;

  • +44% de desempregados homens no Alentejo;

  • +31% de desempregados mulheres em Vila Viçosa;

  • +20% de desempregados mulheres no Alentejo;

  • +56% de desempregados jovens em Vila Viçosa;

  • +18% de desempregados jovens no Alentejo;

  • +43% de desempregados com habilitações superiores em VV;

  • +7% de desempregados com habilitações superiores no Alentejo;

  • +119% de desempregados de longa duração em VV;

  • +47% de desempregados de longa duração no Alentejo; 

Ora, ao Senhor Presidente da Câmara de Vila Viçosa, que tão voluntarioso se mostrou nos debates radiofónicos a acusar o candidato do PSD de ter feito aumentar o desemprego em Vila Viçosa, com base em números desconhecidos que só ele conhecia (coisa que só poderia acontecer se fornecidos de forma privilegiada pelo Centro de Emprego aos candidatos do PS), requere-se agora que questione o Director do Centro de Emprego de Estremoz, sobre as razões explicativas do facto desta crise ter afectado mais Vila Viçosa que o Alentejo.

Tínhamos a esperança de que Vila Viçosa pudesse beneficiar alguma coisa da governação socialista, protegendo um concelho que, sendo dos mais industrializados do país e mesmo um dos raros que, no Alentejo, mantém pujante o sector secundário da sua economia em matéria de emprego, na sequência das declarações do chefe do Governo indicando que Portugal foi um dos países que, na União Europeia, melhor resistiu à crise.

Acreditamos que o Centro de Emprego local tudo tenha feito pelo nosso concelho, tal como fez pelos outros, indiferente às cores autárquicas que a população escolheu e legitimou eleitoralmente. Já chega o que lá vai de privilégios do Governo aos nossos vizinhos com a elevação de Borba a cidade, matéria sobre a qual nunca ouvimos uma palavra aos actuais eleitos pelo PS na Câmara Municipal, estranhamente.

Mais requeremos ao Senhor Presidente da Câmara Municipal de Vila Viçosa que informe a população sobre quais as medidas que pretende tomar, localmente, com vista a combater o desemprego que se situa num dos mais elevados níveis de que há memória, contornando, com os instrumentos de política local autárquica a ineficácia do plano de emprego público anti-crise e a incompetência ou má vontade do Governo socialista em ajudar o concelho de Vila Viçosa na criação de novos empregos.

Senhor Presidente da Câmara Municipal, requeremos-lhe que não iluda os calipolenses com a vinda de Sócrates ao Paço Ducal anunciar milhões para redes de nova geração que não criam qualquer novo posto de trabalho em Vila Viçosa, onde há 327 desempregados, 20 deles com qualificações de nível superior e 84 com o ensino secundário.

Não iluda os calipolenses com uma maquete de projecto de ópera em pedreira, que não criará novos postos de trabalho nem encontrará financiamento público num país que tem hoje 117% de dívida externa fruto da desastrosa gestão do partido ao qual o senhor se juntou agora.

Há que esclarecer os calipolenses, e é isso que requeremos, sobre quais os projectos concretos e as medidas que a Câmara Municipal pretende empreender nos próximos 3 anos (este já vimos que nada de novo acarreta, como revela o plano de actividades), que vão para além do termo das obras do anterior executivo da CDU (blibloteca) e que nada dinamizam no emprego local, ou da demolição dos centros culturais de S. Romão e de Bencatel, ou da casa mortuária de Vila Viçosa, que, na mesma linha, nada de novo, nem de bom contribuem para a qualidade de vida da população ou para a criação de novos empregos.

Pedimos deferimento e, já agora, governação efectiva, que de conversa mole estamos nós fartos de Sócrates com os resultados que conhecemos. Ou o Senhor Presidente da Câmara Municipal também é a favor deste PEC que castiga a classe média, as pequenas empresas de Vila Viçosa e os mais carenciados, entre eles os 327 desempregados?

Pode aproveitar para, nos esclarecimentos, acrescentar a indicação das medidas de apoio às famílias carenciadas que a Câmara já tomou ou vai tomar para ajudar a combater a crise, que todos os especialistas dizem (acreditamos neles mais que no Governo e temos fé que o Presidente da CM ainda dê mais ouvidos à razão que à propaganda) se vai agravar ainda mais nos próximos anos ...

quinta-feira, 18 de março de 2010

domingo, 7 de março de 2010

O TRÂNSITO JUNTO ÀS ESCOLAS NÃO PODERIA MELHORAR?

Estando em curso as obras de requalificação da Escola Secundária, talvez fosse altura de que a Câmara de Vila Viçosa, antes de as mesmas ficarem prontas,e aproveitando o momento de retoma da normalidade do funcionamento das coisas por aquelas bandas, estudasse formas alternativas de circulação do trânsito pela conhecida "Azinhaga do Reguengo", hoje denominada Rua Horta do Reguengo.
Na verdade, aquela via apenas tem um sentido de trânsito, conduzindo a um excessivo movimento de viaturas junto à superfície comercial Intermarchê na Rua D. Carlos, única via de saída a quem vai deixar ou buscar os filhos às Escolas C+S e Secundária.
A consequência dessa elevada frequência de trânsito em ruas que para tal não foram dimensionadas (mas antes para albergar o estacionamento dos residentes), conduz a frequentes acidentes rodoviários, apara além de um significativo incómodo a quem é obrigado a fazer tão larga volta, desviando-se de um percurso que poderia ser bem mais curto, rápido e menos acidentado.
À Câmara Municipal cabe a tarefa de encontrar alternativa, nomeadamente no que se refere ao terreno oposto à localização da superfície comercial Lidl, junto ao muro do Palácio, o qual necessita de alguma qualificação utilitária, pois o abandono a que foi exposto em nada dignifica a entrada no centro urbano, pelo sentido Norte.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

COCHES

No Dário do Sul de 19 de Fevereiro:

“Este museu é o mais visitado do interior do País”
Sexta, 19 Fevereiro 2010 09:51
A polémica sobre a possível transferência de carruagens do núcleo de Vila Viçosa do Museu dos Coches para o novo espaço museológico em Lisboa voltou a instalar-se.
Contudo, o presidente da Câmara Municipal, Luis Caldeirinha Roma afirma que, no caso de tal intenção prosseguir, terá que tomar medidas. Recorde-se que em 1984, um acordo entre a Fundação da Casa de Bragança e o Estado português permitiu a instalação no Paço Ducal de Vila Viçosa de um Anexo do Museu Nacional dos Coches onde se expõem ao público mais de 70 viaturas pertencentes na sua maioria à colecção do Museu a que se juntaram algumas do Palácio Nacional da Ajuda, do Museu de Évora, do Museu Machado de Castro, de depósitos privados e as do próprio Paço Ducal. Neste sentido, e em declarações ao "Diário do Sul", o autarca explicou que este protocolo foi renovado há dois anos, "não tendo havido, até agora, nenhuma comunicação por parte do Estado junto da Fundação da Casa de Bragança no sentido de renegociar o acordo", explicitou o edil, após ter falado com a conservadora do Palácio de Vila Viçosa.
Não obstante, Luis Caldeirinha Roma garantiu que "se houver intenção do Ministério da Cultura em tirar daqui a colecção do Museu dos Coches, a Câmara não fará escândalos, nem manifestações, mas haverá um diálogo com a ministra da Cultura, e até primeiro com a Direcção Regional de Cultura do Alentejo, no sentido de alertar para as implicações que isso terá para o concelho". O autarca sublinhou que, segundo os dados de que dispõe, fornecidos também pela conservadora do Palácio, o número de turistas que visita este monumento ronda os 20 e os 25 mil por ano. "Isto significa que estamos em primeiro lugar no ranking dos museus do interior do país, comparativamente com o de Castelo Branco e de Bragança, por exemplo", sustentou. Perante tal, o presidente da Câmara de Vila Viçosa reiterou que o Ministério da Cultura e a Secretaria de Estado "vão ter de ouvir da minha parte umas palavras de desacordo a essa eventual situação".
As antigas cocheiras e cavalariças do Palácio de Vila Viçosa acolhem o Anexo do Museu dos Coches. De acordo com as brochuras turísticas, e para aqueles que já visitaram o espaço, é possível afirmar que a exposição dos coches está organizada por núcleos ocupando o primeiro a antiga cocheira real mandada construir por D. João V, em 1728, por ocasião da realização na fronteira do Caia da cerimónia da "Troca das Princesas". O segundo situa-se na cavalariça edificada por ordem de D. José I, por volta de 1752, e o terceiro e o quarto distribuem-se pelas cavalariças construídas no reinado de D. Maria I. Destacam-se, de entre as viaturas ali expostas, alguns coches e berlindas do século XVIII pertencentes à Família Real e uma grande variedade de viaturas de gala do século XIX e início do século XX de que são exemplo carruagens, landaus, milordes, clarences, bourghanas, uma aranha e uma mala-posta. Um conjunto de carros de caça e carros de campo tais como os breques e um carro de canudo testemunham a actividade da nobreza nas várias quintas, herdades e coutadas de caça. Dois velocípedes completam ainda esta mostra.