quarta-feira, 14 de julho de 2010

PRECISAM-SE COMPETÊNCIAS DE GOVERNAÇÃO LOCAL PARA ESTANCAR O DESEMPREGO

Sinceramente, não conseguimos entender em que âmbito se inscreve esta actividade da Câmara com os reformados do parlamento, nem os efeitos que se possam esperar daqui para a resolução dos problemas de Vila Viçosa.

Seria preferível trazer alguns governantes e deputados activos a Vila Viçosa para se aperceberem das dificuldades do concelho em condições de apoio à saúde e na crise que afecta a actividade económica dos mármores, resultando num aumento do desemprego que ainda não abrandou em nenhum dos meses deste ano.


É aliás bem estranho e decepcionante que por parte da Câmara ainda não se tenha verificado a realização directa ou indirecta de iniciativas explícitas no âmbito da promoção do sector dos mármores, âncora da economia e do emprego local, que atravessa uma forte crise em consequência do agravamento conjuntural da situação financeira do país.


Certo é que o desemprego diminuiu -1,6% entre Maio e Junho no Continente, o mesmo acontecendo no Alentejo (-3%), mas... em Vila Viçosa, o desemprego contraria essas tendências e cresceu +4%.

Em Junho, os desempregados de Vila Viçosa inscritos no Centro de Emprego de Estremoz subiram para 384, contra 369 em Maio (+4%). Verdade parece ser que, desde que o PS ganhou as eleições autárquicas e se instalou na Câmara de Vila Viçosa, o desemprego já aumentou 22% no concelho. E não vale o argumento de que a crise é geral, porque só em parte ele assenta, pois o mesmo desemprego, no Alentejo, cresceu 6% em igual período, num ritmo preocupante mas bem inferior ao verificado por aqui. 

Apesar disso, de apoios à actividade económica do concelho, por parte da Câmara, nada se vê, antes pelo contrário, como foi a revogação da isenção das taxas as empresas e comércio.


A Câmara continua sim mais preocupada em manter o seu Presidente em permanente campanha de autocarro durante os passeios dos idosos aos fins de semana, indiferente à crise financeira que ainda se agravará mais com tal falta de responsabilidade na gestão.

Também o show-off mediático é permanente, com a repetição periódica de notícias sobre o início da construção de infra-estruturas da área da saúde que são promovidas por entidades particulares de solidariedade social e não pela Câmara. Mas, leia-se a notícia acima e veja-se a habilidade de não mencionar o nome da entidade promotora, mas as declarações sobre a infra-estrutura são do Presidente da Câmara.

Lamentável. Seria bem mais interessante e benéfico para Vila Viçosa que o Presidente da Câmara revelasse outras habilidades, nomeadamente de governação local, para além destas.

terça-feira, 8 de junho de 2010

NO PAÍS E EM VILA VIÇOSA, O SOCIALISMO SÓ PREJUDICA

Em Vila Viçosa, o desemprego atinge valores record, nunca antes vistos, afectando os jovens, as mulheres e os mais qualificados de uma forma mais violenta que nos outros concelhos do distrito e por muito mais tempo, mas a Câmara de Vila Viçosa, em vez de ajudar as famílias, empresas e comerciantes, agrava a sua situação.


O PSD lamenta que a Câmara reponha as taxas e licenças que tinham sido suspensas ainda há menos de 1 ano, com o voto dos então vereadores do PS, impedindo assim as pequenas empresas e comerciantes de beneficiarem da isenção de pequenas coisas como as taxas de publicidade, esplanadas e outras.

Em vez de prejudicar as pequenas empresas e o comércio calipolense, já afogados nos impostos que o PS faz subir todos os dias, a Câmara deveria apoiar na criação de emprego que ajude as famílias, diminuindo às empresas e comerciantes impostos como o IMI e a Derrama.

Se o PS vai continuar a prejudicar as famílias, as pequenas empresas e o pequeno comércio durante 4 anos, agravando a crise que criou no país e se abate sobre os calipolenses, em vez de cumprir as promessas de um novo Centro de Saúde, de recuperação da fábrica de S. Paulo, de dinamização da base económica e diminuição do desemprego, então estamos tão condenados agora quanto estávamos antes.



Se o PS de Vila Viçosa vai passar 4 anos a vender maquetas de óperas em pedreiras para esconder aos calipolenses a incapacidade de resolver os seus verdadeiros problemas, só temos a lamentar porque já nos chega a triste figura de Sócrates que todos os dias volta atrás com o que fez e disse no dia anterior, conduzindo o país para o abismo.

O PS de Vila Viçosa podia poupar-nos a isso.

domingo, 30 de maio de 2010

FAVORES DESTES FAZEM OS DE ELVAS E, NÃO NOS CONHECEM!



O título deste post poderia ser "Se o ridículo demitisse alguém, o PS estaria de saída da CM de VV".

Basta olhar para os valores deste micro-crédito para adivinhar a sua fraca utilidade, num dos poucos concelhos verdadeiramente industriais que restam no Alentejo, com empresas de dimensão empregadora e financeira claramente acima da média do distrito de Évora e do Alentejo.

As empresas do concelho precisam de microcrédito? As de que sectores de actividades? As da extracção e transformação de mármores não serão por certo, pois os valores de 250 a 12.500€ devem servir, quanto muito, para a compra de barrotes ou de cavaletes de madeira para colocar debaixo dos blocos e chapas serradas.

Que outros sectores da actividade económica verá a CM como potenciais beneficiários desta medida? Ao que se sabe, muitas das pequenas empresas de comércio e serviços do cocnelho começam a queixar-se em público cada vez mais pelos atrasos de pagamentos dos seus clientes, entre os quais o Estado e, mais concretamente, a própria Câmara Municipal.

Oferecer crédito a quem está afogado em atrasos de pagamentos do Estado aos seus fornecedores, é típico do PS e da sua incompetência de gestão da coisa pública: basta olhar para o (des)governo socialista do país. Mais, pergunte-se aos fornecedores das câmaras socialistas sobre a média de pagamento destas aos seus fornecedores.

Alguém ainda se recorda das medidas que o PSD propôs na campanha eleitoral para apoiar as empresas do concelho? Convém recordar aqui as mesmas, para que se pergunte ao PS quais foram as suas promessas e quantas delas já cumpriram ou vão cumprir.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

sábado, 1 de maio de 2010

MUNICÍPIO RESPONDE A AUMENTO DE QUASE 100% DO DESEMPREGO COM MAIS IMPOSTOS

Os números do desemprego em Vila Viçosa, nos quadros abaixo, são assustadores. Desde que a crise foi admitida pelos desgovernantes socialistas, no final do ano passado, o desemprego:

  • Cresceu quase 100% em VV, mais que os 38% que cresceu no Alentejo;

  • Cresceu 169% entre os homens, bem mais que os +50% no Alentejo;

  • Cresceu 53% nos jovens, contra +22% no Alentejo;

  • Cresceu 50% nos que têm habilitações de nível superior, quando tal aconteceu no Alentejo apenas em 9%.
Se acrescentarmos a isto a existência de 90 desempregados com habilitações escolares ao nível do ensino secundário, é caso para gritar bem alto:

VILA VIÇOSA está muito mais vulnerável ao desemprego provocado pela crise que a maior parte dos restantes concelhos do Alentejo.
Ora, seria de esperar exactamente o contrário, ...






Em Março de 2010, inscreveram-se no Centro de Emprego de Estremoz (na ribalta televisiva dos últimos tempos pelas mesmas razões que marcam as nomeações do reinado socialista) mais 81 desempregados residentes no concelho de Vila Viçosa mas apenas 4 foram colocados por aquele organismo na sequência de ofertas de emprego recolhidas no concelho.


Perante esta situação assustadora, que parece tender a agravar-se de dia para dia, o que fazem os socialistas do Município calipolense, que viram já subir o desemprego em 17% desde a sua eleição no passado mês de Outubro?

  • Estimulam a economia?

  • Incentivam e apoiam a criação de emprego?

  • Ajudam as empresas nos seus encargos evitando mais desemprego nos pequenos negócios e no pequeno comércio?

  • Diminuem os impostos locais como o IMI e a Derrama?

  • Ajudam as famílias desempregadas baixando alguma das taxas municipais e o IRS?
Nada disso, antes pelo contrário: repõem as taxas e licenças que tinham sido suspensas pelo anterior executivo, antes ainda ter decorrido 1 ano sobre tal decisão, impedindo assim as pequenas empresas de beneficiarem da isenção de pequenas coisas como as taxas de publicidade.

Para além da imoralidade da decisão decorrente de o PS não se ter oposto no executivo municipal onde tinha assento com 2 vereadores no anterior mandato, questiona-se ainda qual a verdadeira intenção desta gente que parece apostada em fazer mal a tudo e a todos, prejudicar pessoas e empresas, ...

A troco de quê e em nome de que objectivos?

A reposição de taxas cujo valor global representam uma ninharia para o orçamento do município, contribui de que forma para o equilíbrio das finanças municipais que, recorde-se, não estavam significativamente desequilibradas quando o PS ganhou as eleições (vamos ver como ficam quando o perderem, bastando seguir os exemplos dos governos socialistas e dos municípios de Alandroal, Évora e outros)?

Qual é o montante estimado no contributo as receita fiscal do município? Essa insignificante verba é necessária para alguma obra ou aquisição de serviços fundamental e determinante para o futuro do município?

O que podemos esperar deste executivo municipal? O nú substituiu o roto, ... O calipolense escolheu e agora paga.

sábado, 17 de abril de 2010

IRS - SOCIALISTAS CALIPOLENSES NADA GENEROSOS


A Câmara de Óbidos, do PSD, está entre aquelas que, na pior crise económica e financeira que o país vive, fruto da irresponsabilidade e incompetência governativa Socialista, ajuda as famílias a enfrentarem os encargos escolares dos seus filhos, libertando para o seus orçamentos, uma parte do IRS a que tinha direito.

Em contrapartida à perda de tal receita fiscal, a autarquia de Óbidos aumentou substancialmente as suas receitas por via da dinamização cultual e turística da economia local. Telmo Faria, a convite do PSD de Vila Viçosa, explicou aqui nesta terra como tal gestão pode e deve ser feita. Basta criatividade e vontade.

Do programa autárquico do PSD em Vila Viçosa, constava também, enquanto adpção de boas práticas fiscais observadas em outras autarquias, a proposta de redução em 3% do IRS das famílias calipolenses em 2010 e 2011, seguindo-se a redução de 2% nos anos seguintes, enquanto contributo da Câmara Municipal para que as mesmas enfrentassem a crise.

A proposta pode ser revista aqui, onde se recorda o que é uma proposta de generosidade autárquica rejeitada pelos munícipes calipolenses, que fizeram a sua opção eleitoral.

Esperemos pelos valores do desemprego do mês de Março e dos seguintes, para confirmarmos o contributo que a nova gestão socialista trouxe à melhoria da economia calipolense, face à gestão da CDU.

Falaremos então das propostas do PSD para a criação de ninhos/incubadoras de micro-empresas no concelho e do vazio que é a gestão autárquica do PS nesse (como em quase todos os outros) domínio.

Até lá, Boa Crise. Agradeça ao Partido Socialista.

sábado, 20 de março de 2010

DESEMPREGO EM VILA VIÇOSA - REQUERIMENTO AO PRESIDENTE DA CÂMARA



Após divulgação dos dados oficiais do desemprego referentes a Fevereiro/2010, dos quais certamente a Câmara Municipal de Vila Viçosa ainda não tem conhecimento, vimos aqui dar conta dos mesmos.

Acreditamos não ter a Câmara Municipal conhecimento dos mesmos pelo facto de, por um lado, sendo socialista, seguir a mesma linha do Governo, varrendo o desemprego para debaixo do tapete sob a desculpa repetida desde há 8 meses consecutivos de que a estagnação do cresimento do desemprego estará próxima, apresar de termos hoje em Portugal mais 71.000 desempregados do que quando nasceu essa esperança ainda não revelada à luz lusitana ou calipolense.

Por outro lado, todos nos recordamos do estranho desempenho do actual Presidente da Câmara de Vila Viçosa num debate entre candidatos na Rádio Campanário durante a última campanha eleitoral autárquica, quando, acossado pelos seus opositores sobre o crescimento do desemprego resultante da governação socialista, ter invocado uns números de que só ele dispunha (provenientes do Centro de Emprego, imaginamos que o de Estremoz, talvez a título de favor e recebidos em alguma reunião na sede distrital do PS pelo Director do Centro de Emprego que foi nomeado pelo Governo socialista), mostrando que afinal o desemprego não tinha crescido em Vila Viçosa.

Ora, a avaliar pelas mais recentes estatísticas, públicas, porque publicadas e disponíveis para consulta em site que apresentamos como fonte, acessíveis ao mais leigo utilizador das NTIC, o desemprego cresceu em Vila Viçosa, desde o mês de Fevereiro de 2005, mês em que se realizaram eleições legislativas, ganhas pelo PS:

  • +24% de desempregados com o Governo PS;

  • +40% de desempregados jovens com o Gov. PS;

  • +100% de desempregados com habilitações de nível superior com o Governo PS, aumentando de 10 para 20, numa proporção de crescimento que representa o dobro da observada no Alentejo (já de si elevada: +50%). A estes valores há que juntar existência de 84 desempregados habilitados com o ensino secundário, no concelho;

  • +19% de desempregados de longa duração;
Em Fevereiro de 2010, inscreveram-se no Centro de Emprego de Estremoz 65 novos desempregados, enquanto que o número de colocados em ofertas de emprego foi apenas de 10% disso (6), revelando bem a falta de dinamismo da economia local na geração de oportunidades de emprego que evitem o crescimento do desemprego e possam mesmo contribuir para a sua diminuição.

Mas, se tomarmos em consideração o início da manifestação da crise em Portugal (Dezembro de 2008), os valores do desemprego em Vila Viçosa são ainda mais angustiantes, embora pareçam indiferentes ao Presidente da Câmara de Vila Viçosa que, ou por desconhecimento, ou por incapacidade de leitura dos mesmos, nada refere sobre este flagelo que afecta o concelho da forma seguinte, desde o início da crise:

  • +74% de desemprego em Vila Viçosa;

  • +31% de desemprego no Alentejo;

  • +161% de desempregados homens em Vila Viçosa;

  • +44% de desempregados homens no Alentejo;

  • +31% de desempregados mulheres em Vila Viçosa;

  • +20% de desempregados mulheres no Alentejo;

  • +56% de desempregados jovens em Vila Viçosa;

  • +18% de desempregados jovens no Alentejo;

  • +43% de desempregados com habilitações superiores em VV;

  • +7% de desempregados com habilitações superiores no Alentejo;

  • +119% de desempregados de longa duração em VV;

  • +47% de desempregados de longa duração no Alentejo; 

Ora, ao Senhor Presidente da Câmara de Vila Viçosa, que tão voluntarioso se mostrou nos debates radiofónicos a acusar o candidato do PSD de ter feito aumentar o desemprego em Vila Viçosa, com base em números desconhecidos que só ele conhecia (coisa que só poderia acontecer se fornecidos de forma privilegiada pelo Centro de Emprego aos candidatos do PS), requere-se agora que questione o Director do Centro de Emprego de Estremoz, sobre as razões explicativas do facto desta crise ter afectado mais Vila Viçosa que o Alentejo.

Tínhamos a esperança de que Vila Viçosa pudesse beneficiar alguma coisa da governação socialista, protegendo um concelho que, sendo dos mais industrializados do país e mesmo um dos raros que, no Alentejo, mantém pujante o sector secundário da sua economia em matéria de emprego, na sequência das declarações do chefe do Governo indicando que Portugal foi um dos países que, na União Europeia, melhor resistiu à crise.

Acreditamos que o Centro de Emprego local tudo tenha feito pelo nosso concelho, tal como fez pelos outros, indiferente às cores autárquicas que a população escolheu e legitimou eleitoralmente. Já chega o que lá vai de privilégios do Governo aos nossos vizinhos com a elevação de Borba a cidade, matéria sobre a qual nunca ouvimos uma palavra aos actuais eleitos pelo PS na Câmara Municipal, estranhamente.

Mais requeremos ao Senhor Presidente da Câmara Municipal de Vila Viçosa que informe a população sobre quais as medidas que pretende tomar, localmente, com vista a combater o desemprego que se situa num dos mais elevados níveis de que há memória, contornando, com os instrumentos de política local autárquica a ineficácia do plano de emprego público anti-crise e a incompetência ou má vontade do Governo socialista em ajudar o concelho de Vila Viçosa na criação de novos empregos.

Senhor Presidente da Câmara Municipal, requeremos-lhe que não iluda os calipolenses com a vinda de Sócrates ao Paço Ducal anunciar milhões para redes de nova geração que não criam qualquer novo posto de trabalho em Vila Viçosa, onde há 327 desempregados, 20 deles com qualificações de nível superior e 84 com o ensino secundário.

Não iluda os calipolenses com uma maquete de projecto de ópera em pedreira, que não criará novos postos de trabalho nem encontrará financiamento público num país que tem hoje 117% de dívida externa fruto da desastrosa gestão do partido ao qual o senhor se juntou agora.

Há que esclarecer os calipolenses, e é isso que requeremos, sobre quais os projectos concretos e as medidas que a Câmara Municipal pretende empreender nos próximos 3 anos (este já vimos que nada de novo acarreta, como revela o plano de actividades), que vão para além do termo das obras do anterior executivo da CDU (blibloteca) e que nada dinamizam no emprego local, ou da demolição dos centros culturais de S. Romão e de Bencatel, ou da casa mortuária de Vila Viçosa, que, na mesma linha, nada de novo, nem de bom contribuem para a qualidade de vida da população ou para a criação de novos empregos.

Pedimos deferimento e, já agora, governação efectiva, que de conversa mole estamos nós fartos de Sócrates com os resultados que conhecemos. Ou o Senhor Presidente da Câmara Municipal também é a favor deste PEC que castiga a classe média, as pequenas empresas de Vila Viçosa e os mais carenciados, entre eles os 327 desempregados?

Pode aproveitar para, nos esclarecimentos, acrescentar a indicação das medidas de apoio às famílias carenciadas que a Câmara já tomou ou vai tomar para ajudar a combater a crise, que todos os especialistas dizem (acreditamos neles mais que no Governo e temos fé que o Presidente da CM ainda dê mais ouvidos à razão que à propaganda) se vai agravar ainda mais nos próximos anos ...

quinta-feira, 18 de março de 2010