sábado, 8 de outubro de 2011

DOIS ANOS DE FRACASSO SOCIALISTA NA CÂMARA

  1. Ao fim de 2 anos, a Câmara de VV suspendeu a obra da Biblioteca Municipal, depois de descobrir que não tinha dinheiro para a fazer. Até aqui dormiu à espera de um milagre financeiro e deu gás a uma obra que o PSD sempre defendeu noutro local (antigos Bombeiros, com financiamento da U.E.), quis sacudir a responsabilidade para a Assembleia Municipal e pagou 150.000€ pela alteração de um projecto que agora fica reduzido a um charco ao pé do Museu do Mármore que os turistas visitam, apesar de não mais se ouvir falar do prometido (entre 100 medidas) “Plano Estratégico do Turismo do Concelho”;
  2. Ao fim de 2 anos, a Câmara de VV não recuperou nenhuma pedreira abandonada para Ópera, mas deixou mais uma cratera nas obras da Biblioteca. Com a mesma irresponsabilidade com que Sócrates levou o país à ruína, também a CM gastou o que diz não ter para promover o seu Presidente com espectáculos numa pedreira não recuperada, sem benefícios para os calipolenses nem retorno económico para os comerciantes e para a economia do concelho;
  3. Ao fim de 2 anos, a Câmara de VV continua sem decidir o que fazer com as obras iniciadas e projectadas pela CDU. A falta de rumo do PS na gestão autárquica é mais que evidente, sem conseguir resolver em definitivo as obras sem estudos nem fundamento que a CDU iniciou e projectou, mas que o PS não altera, não melhora, nem apresenta alternativas;
  4. Ao fim de 2 anos, a Câmara de VV continua a agravar a crise financeira que afecta as famílias e as empresas. Em tempo de crise, quando as famílias e as empresas mais precisam da ajuda do poder local no alívio da sua carga fiscal, a CM preocupa-se apenas em arrecadar mais impostos para esbanjar na propaganda e no exibicionismo do seu Presidente. O PSD viu chumbada pelo PS e pela CDU na Assembleia Municipal, (Sr. Presidente da Junta de Freguesia de Bencatel) a sua proposta de redução do IMI e do IRS;
  5. Ao fim de 2 anos, a Câmara de VV envergonha os calipolenses e não se faz respeitar. Demitem-se vereadores eleitos, exoneram-se secretarias do vice-Presidente, contratam-se “boys” sem qualificações com vencimentos chorudos, decreta-se e anula-se a falência da Câmara, os vereadores do PS são “badamecos” para o Presidente… Nunca visto na Princesa do Alentejo.
E AINDA FALTAM MAIS 2 ANOS. SERÁ QUE OS CALIPOLENSES AGUENTAM?


Vila Viçosa, Outubro de 2011
A COMISSÃO POLÍTICA DE VV DO PSD

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

VILA VIÇOSA PASSOU DO MARASMO AO RETROCESSO. POR QUANTO TEMPO MAIS...?

O Partido Socialista (PS) conseguiu num curto espaço de tempo o notável feito de elevar Borba a cidade e de fazer eleger em Vila Viçosa um executivo municipal que substituiu o marasmo pelo retrocesso desta Vila. Pior seria impossível.


Ao fim de 2 anos de ocupação de poder local (não se pode chamar governação autárquica ao que por aqui temos visto), o auge da incompetência que sempre se adivinhou: a suspensão da execução da Biblioteca e Arquivos Municipais, pelo facto de a obra representar um encargo financeiro desmesurado.


Os calipolenses rejeitaram a proposta do PSD, que sempre discordou daquela obra naquele local, sugerindo a recuperação das antigas instalações dos Bombeiros para a Biblioteca Municipal (e espaço de trabalho para grupos de teatro e outras manifestações artísticas) e afirmando por essa via da reabilitação urbana, a Rua Florbela Espanca como artéria cultural berço de ilustres calipolenses, ao contrário do PS que por comodismo deixou andar a obra iniciada pela CDU.


O desfecho a que o PS conduziu o processo priva os calipolenses de um importante equipamento colectivo, sem grandes esperanças de que se possa recuperar o mesmo, deixando mais uma cratera de água infestada e o pouco recomendável esqueleto de obras junto ao actual Museu do Mármore e à mercê dos olhares dos seus visitantes.

Num concelho com várias crateras de pedreiras abandonadas, afinal não se recuperou nenhuma que estivesse abandonada (como foi prometido para a famosa Ópera na Pedreira), mas antes se criou mais uma e, desta vez pela própria Câmara Municipal, que terá por certo abandonado em definitivo o projecto de classificação da Vila como Património da Humanidade pela UNESCO.

As declarações do Presidente da Câmara para justificar a suspensão da obra são pouco claras e nada coerentes:

Uma das explicações aponta para o facto de a realização do projecto implicar penalizações para a Câmara durante 20 anos por via de canalização de todas as receitas municipais para o pagamento do empréstimo contraído.
  • Fica por esclarecer qual a % da obra que era financiada pelos Fundos Comunitários e quanto seria a comparticipação por parte da CM, tal como fica por esclarecer se algum adiantamento dos mesmos fundos chegou à CM neste espaço de 2 anos e se agora haverá lugar à devolução dos mesmos;
  • O executivo do PS parece não ter tido dúvidas durante estes 2 anos de mandato (nem durante a campanha eleitoral) quanto à sua construção, ou quanto ao seu financiamento, não tendo desenvolvido qualquer processo de interrupção da obra ou dos concursos que já estavam a decorrer, o que teria por certo acarretado menos custos do que aqueles que agora a CM terá que suportar pelo abandono definitivo da obra.
  • A situação já tinha sido denunciada pelo PSD mas nunca foi esclarecida pelo executivo, mantendo-se por isso incompreensível o processo, do ponto de vista da gestão pública.


Refere o Presidente da CM que a medida não é prioritária em momentos de crise e que é preferível aplicar o dinheiro em benefícios sociais, emprego e saúde.
  • Desde logo, merece destaque o facto de as questões sociais, o desemprego e a assistência na saúde não serem novas dos últimos meses em Vila Viçosa a não ser para o Presidente da CM que delas não deu conta durante a campanha eleitoral autárquica, ao contrário do PSD, que estabeleceu como prioridade ajudar as famílias calipolenses a enfrentar a crise em que o PS já havia mergulhado o país, mas que mesmo assim continuava a prometer levar os idosos a passear, para acompanhar a moda no nosso vizinho concelho de Alandroal;
  • Ao contrário do PS, que agora acordou para a crise, o PSD estabeleceu como desafio, no curto prazo, precaver e evitar o aumento das desigualdades sociais e procurar a sua diminuição, mantendo elevados níveis de coesão social, enquanto garante da manutenção dos padrões de qualidade de vida. O curto prazo queria dizer exactamente estes 2 anos, durante os quais o PS andou distraído quanto às necessidades sociais, de emprego e de saúde dos calipolenses;
Uma terceira justificação com pouco sentido, por parte do Presidente da CM, assenta na declaração de que “Há alturas de vacas gordas em que podemos fazer as coisas de qualquer maneira e há alturas de vacas magras onde temos de ter opções”.
  • Como se a situação do país durante a campanha eleitoral fosse de vacas gordas, o Presidente eleito pelo PS, descobriu também ele, só agora que o mundo e Vila Viçosa mudaram da noite para o dia e, vai daí, acordámos todos (ele) no meio da mais profunda crise que se abateu sobre nós a uma velocidade vertiginosa;
  • Talvez por isso, enquanto o PSD falava da necessidade de ajudar as famílias e as empresas calipolenses a enfrentarem a crise, o PS, na ânsia de ganhar a CM a qualquer preço, continuava a mentir sobre a crise e a prometer construir tudo e mais alguma coisa: pavilhão multiusos, pousada de juventude, parque de feiras e exposições, casas museu, circuitos de manutenção, parque desportivo de Bencatel, parque desportivo de Ciladas (com arrelvamento do campo de futebol), ...
  • Se há que fazer opções em época de crise, ficámos a saber que a ópera na pedreira foi uma opção a tantas outras coisas onde se poderia ter gasto o mesmo dinheiro;
Os calipolenses vêem assim o executivo municipal que elegeram (e que já não se sabe bem que força política representa) chegar a meio do seu primeiro mandato com um desgaste tão ou mais profundo em apenas 2 anos quanto o que conseguiu a CDU, da qual estavam cansados, pelo marasmo.

Desde a confusão interna que resultou no conflito aberto e descarado no executivo e no consequente abandono do Vice-Presidente, até à deliberação camarária (publicada no Edital nº 22/2011) que reconheceu a falência da Câmara e decretou o recurso a um plano de saneamento financeiro, o que levou a que o Presidente do mesmo catalogasse os seus vereadores (do PS) de "badamecos" (Rádio Campanário), temos visto de tudo um pouco.

Parece pois mais que evidente a fragilidade política e eleitoral do executivo municipal, que se vem acumulando, gerando crescentes rumores (oriundos do próprio PS) de abandono das funções pelo Presidente da Câmara, a curto prazo.

Ora, como não há fumo sem fogo, nem seria a primeira vez que o agora investido Presidente abandonaria as suas funções autárquicas antes do final do seu mandato, conviria que o mesmo esclarecesse a coisa, antes de se decidir por abandonar o barco, eventualmente, diga-se.

Seja agora ou pouco mais tarde, parece inevitável o abandono, por estar demonstrada à evidência a dificuldade do actual Presidente da CM de Vila Viçosa em continuar a exercer as suas funções, dada a incapacidade de gestão pública e autárquica, comprovada pela justificação da suspensão da obra da Biblioteca Municipal, na medida em que:
  • Ou o então candidato autárquico teve consciência da crise, em 2009, mas continuou a prometer o que não podia cumprir, devido à crise que já atingia Portugal e, em tais circunstâncias revelou-se um demagogo e enganou os calipolenses, restando saber se aos dias de hoje continua a merecer a confiança dos mesmos (tal não aconteceu a José Sócrates, por motivos semelhantes);
  • Ou o então candidato não teve consciência da crise nem das circunstâncias difíceis em que o país e o concelho mergulhariam a curto prazo e, nesse caso, revelou-se incompetente enquanto gestor público, com falta de ou errada visão, incorrecta avaliação dos problemas e das condicionantes e incapaz, por tudo isso, para conduzir os destinos do concelho.

domingo, 7 de agosto de 2011

INTERROGAÇÕES SOBRE A POLÍTICA MUNICIPAL DE APOIO ÀS ASSOCIAÇÕES

Vila Viçosa: Conheça os subsídios pagos pelo Município até 30 de Junho


A notícia está no site da Rádio Campanário, bem como a imagem da tabela, aqui pouco nítida mas que ali pode ser consultada.

Ora, todos nos recordamos bem da campanha eleitoral autárquica de 2009, na qual todos os partidos e candidatos da oposição criticavam a gestão CDU pelo facto de distribuir indiscriminadamente subsídios a associações do concelho, indiferente à actividade destas e incapaz de conceber um plano articulado de actividades culturais, desportivas e de animação, para o qual contribuissem e, em consequência, recebessem, as associações os devidos subsídios de apoio municipal, àquelas actividades concretas.

Esta é aliás uma exigência de cumprimento da Lei que o Tribunal de Contas procura garantir, após as anomalias detectadas na auditoria a 20 CM's, em 2009, entre as quais a Câmara de Évora, curiosamente também presidida pelo PS: o apoio amunicipal é atribuido a actividades concretas, perfeitamente delimitadas no tempo de no espaço e não às associações em geral, evitando assim financiar os seus custos de funcionamento normais.

Pergunta-se então:
  • O que mudou na política municipal deste executivo socialista relativamente ao da CDU, anterior?
  • Estas máximas e princípios são hoje garantidos mais que antes?
  • A transparência nesta matéria é hoje mais assegurada que antes?
  • Foi concebido algum plano anual, ou melhor, plurianual de actividades variadas para o concelho,  equacionadas e negociadas, estimuladas e acertadas com as associações diversas quais as modalidades da sua participação nesse plano, os contributos a desenvolver e as contrapartidas a receber, apenas por essas actividades?
  • Foi elaborado algum regulamento municipal de apoio aos agentes culturais, desportivos e de lazer do concelho?
O que mudou então? Saiu o roto e entrou o nu?

A caixa de comentários está à disposição. Digam, da vossa justiça ...

sábado, 16 de julho de 2011

SÓCRATES JÁ SE FOI, MAS DEIXOU SEGUIDORES EM VILA VIÇOSA

Vila Viçosa: Orquestra de Câmara Portuguesa atua numa pedreira de mármore desativada

Vejamos bem esta aldrabice pegada do Presidente da Câmara que depois de mandatário de Cavaco também foi mandatário de Sócrates, afirmando-se seguidor deste e convencido de que seria o melhor homem para tirar o país da estrumerira onde ele e o PS o colocaram.


Na primeira versão desta história da pedreira, aparecia o actual Presidente da CM de VV, acompanhado por um ex-docente da Universidade de Évora, já reformado, que tinha lá por casa uma maquete duma ideia bem académica de recuperar uma pedreira desactivada e, após arranjo da mesma, transformando o espaço num anfiteatro, ali desenvolver espectáculos de música clássica, incluindo ópera.


De forma irresponsável como é seu hábito e dos socialistas a cuja família agora pertence, o Presidente da CMVV logo disse que sim, como a tudo, prometendo que na semana seguinte já a coisa estaria de pé, com empresas de mármores embaladamente envolvidas pelo caminho, para além da CM de VV, que nadava em dinheiro como Sócrates e o país.

De um piscar de olhos ao seguinte, as coisas mudaram e muito:
a) a pedreira passou a ser outra e não aquela da maquete;
b) a empresa privada proprietária da pedreira deixou de estar envolvida ou interessada;
c) deixou de haver anfiteatro para os espectáculos, na pedreira;
d) a pedreira passou a ser usada sem recuperação, mantendo o lago de água infectada e esverdeada, envolvendo mesmo perigo para a saúde pública, que ali existe há cerca de 20 anos;

Apesar de tudo isto, a CM de VV, numa clara acção de publicidade fraudelenta, continua a chamar ao que vai fazer (um espectáculo à beira de um lago de água podre, no meio do pó e nos confins de um olival atolhado por escombreiras, numa pedreira que envergonha Vila Viçosa pelo abandono a que está votada há várias décadas sem que alguma vez a CM tivesse liderado um projecto de recuperação ambiental para recuperar um espaço às portas do Paço Ducal e da Vila histórica), um "espectáculo de música na pedreira", consideranso esse evento como único e memórável.

Haja decência e vergonha para esta cretinice e para incompetência dos autarcas do PS que hoje estão na CM de Vila Viçosa e que envergonham todos os calipoleneses por esta imagem, que contrasta com a ausência de animação cultural de Vila Viçosa e dos seus monumentos (neste fim-de-semana ocorre em Óbidos o mercado medieval), em torno do quais muitos concertos de música clássica ou de rock seriam bem-vindos.


Chamar a esta mediocridade iniciativa vanguardista, é duma inaceitável pobreza intelectual, duma cretinice política e duma desonestidade tal que apenas noz faz lembrar aquele pantomineiro Sócrates que há bem pouco nos deixou (na miséria, por sinal), ao mesmo tempo que anunciava todos os dias a inscrição do país nos registos mais destacados da suposta modernidade (bacoca) de Portugal.

É caso para perguntar ao Senhor Engº Roma se não tem vergonha desta figura que faz, como Presidente da Câmara de Vila Viçosa e, se por acaso não equaciona seguir os passos daquele de quem foi mandatário??? os calipolenses agradeceriam ... que os poupasse a esta vergonha de quem politicamente nada fez até agora, a não ser palhaçadas como esta.

terça-feira, 17 de maio de 2011

CÂMARA MUNICIPAL: Indecisões, confusões e incertezas


O executivo Socialista no Município de Vila Viçosa é um autêntico cata-vento.



  • Começando pelo Presidente do Município, este deveria compreender que uma candidatura independente é aquela que não tem qualquer apoio partidário (ex. de  Redondo, Alandroal, Estremoz, ...), coisa que não aconteceu em Vila Viçosa, onde ele foi eleito pelo partido Socialista, como antes tinha sido eleito pelo PSD e como também foi eleito pelo CDS. Não pode o Presidente da CM confundir o facto de não ser militante do PS, com o facto de ser eleito pelo partido de que agora irá ser mandatário, porque aqui não existe independência, ou se é socialista ou não.
  • No passado dia 29 de Abril, também o Presidente da Assembleia Municipal nos brindou com o seu momento de indecisão, resultantes de vários momentos de confusão e pondo a nu a falta de competência política mínima para o lugar que ocupa;
  • Começou desde logo pelo ponto 6 da ordem de trabalhos da AM (responsabilização da Assembleia Municipal quanto à construção da Biblioteca), numa total confusão sobre as competências deste e dos outros órgãos municipais, pois cabe ao executivo municipal decidir se deve ou não continuar as obras da Biblioteca, ou seja o ponto não deveria ter sido agendado para sessão da Assembleia Municipal, a quem cabe fiscalizar e não decidir, menos ainda quando não se trata de proposta da Câmara, que apontasse num determinado sentido;
  • Se mais clarificações fossem necessárias, bastaria o Presidente da AM consultar o Plano de Actividades da CM para 2011 e o Plano Plurianual de Investimentos associado a este documento e ao Orçamento da CM, ambos os documentos já aprovados para 2011 e onde a obra em causa está inscrita, para perceber que não se pode andar todos os dias a votar na AM aquilo que já está inscrito como sendo expectável que a CM cumpra em cada momento, aprovado em AM por proposta da mesma CM;
  • Como se não bastasse esta inacreditável falta de preparação do Presidente da AM, que permitiu a ilegalidade do agendamento da discussão do tema, o mesmo senhor confundiu-se ainda mais a tal ponto e tal forma que que cometeu outra ilegalidade ao não submeter à votação o ponto em questão, que tinha agendado;
Ora, o ponto de situação sobre a construção da Biblioteca é muito simples e dispensa discussões  na AM:
  • Se o executivo tem dúvidas quanto à sua construção, então porque deixou passar quase 2 anos sem ter interrompido a obra, com menos custos do que aqueles que hoje terá que suportar?
  • O PS de Vila Viçosa e o Presidente da CM só agora é que descobriram que há uma crise financeira e económica, ao contrário das mentiras e das promessas que andaram a vender aos calipolenses para ganharem as eleições autárquicas?
  • É bom recordar ao PS e ao Presidente da CM que o PSD sempre discordou daquela obra naquele local, antes sugerindo a sua construção nas antigas instalações dos Bombeiros, ao contrário do PS que, tal como em tudo o resto, não tinha qualquer ideia sobre o que fazer e por isso deixou andar a obra iniciada pela CDU;

Perante tanta indecisão e desleixo da CM, o PSD solicitou à CM através da Assembleia informações detalhadas sobre os valores adicionais das alterações e paralisação da obra em causa.
Não obteve no entanto resposta.
Sabemos apenas o que é do domínio publico: que a alteração do projecto de arquitectura custou 150.000€, numa altura de crise, pagos por uma CM que até já reconheceu e deliberou em reunião, o seu estado de falência.
Falta além do mais a resposta às seguintes perguntas: 
  • Quanto mais irá custar a construção desta alteração arquitectónica?
  • E quanto custará a paralisação da obra?
  • Qual o valor com que a Câmara penalizará os munícipes por exceder o limite de endividamento em consequência da continuidade ou da suspensão da obra?
  • Se não continuar a construção, quanto custará a indemnização à construtora?
  • E a posterior manutenção, se vier a ser construída, terão noção de quanto custará por ano?
De uma vez por todas decidam-se, pois ao fim de pouco mais de 1 ano a confusão interna já resultou no vergonhoso conflito no executivo e no abandono do Vice-Presidente.
 
A população deu-vos o beneficio da duvida em opção a uma CDU desgastada e cansada pela prepotência do anterior presidente, mas, o desgaste do PS em tampouco tempo já é quase igual ao que a CDU mostrava.

Infelizmente para Vila Viçosa e para os calipolenses, a confirmação de que o PSD teve razão durante a campanha eleitoral está à vista de todos, porque nem a CDU, nem o PS fazem parte da solução para a nossa terra e os calipolenses apenas trocaram o roto pelo nu.
A Comissão Politica do PSD de Vila Viçosa

 

domingo, 15 de maio de 2011

MOÇÃO DO PSD - APROVADA POR UNANIMIDADE NA ASSEMBLEIA MUNICIPAL

Na sequência da elevada frequência com que ocorrem acidentes rodoviários no cruzamento entre a Variante de Borba/Vila Viçosa e a Estrada Nacional 265 (Bencatel/Vila Viçosa), o ultimo dos quais no passado dia 19 de Abril e de que resultaram 4 feridos, tendo 1 deles sido transportado de helicóptero para o hospital, a Assembleia Municipal de Vila Viçosa recomenda ao Ministro da Administração Interna que providencie, através do organismo competente, o estudo de possíveis soluções de intervenção para a melhoria da segurança rodoviária naquele espaço (passagem desnivelada, reforço da sinalização, bandas sonoras limitadora de velocidade, radar semáforo, … ) e a consequente execução da solução que venha a ser considerada mais adequada.



Vila Viçosa, 29 de Abril de 2011-04-29

sábado, 7 de maio de 2011

ESTÁ PARA VIR O PRIMEIRO MINISTRO QUE MENOS FAÇA PELO DISTRITO DE ÉVORA E POR VILA VIÇOSA

Sócrates veio ao distrito de Évora e a Vila Viçosa em campanha, confundindo e misturando o seu papel de Primeiro-Ministro (demissionário) com o de líder do Partido Socialista, de forma escandalosa e despudorada.

Habituado desde longa data às actividades estudantis domingueiras (recorde-se o diploma obtido ao domingo), Sócrates deitou mão à inauguração de uma escola requalificada pela Parque Escolar E.P.E, aqui em Vila Viçosa, apesar da recta final do ano lectivo e com as obras bem longe de estarem concluídas, num claro abuso da posição governativa.

Antes, esteve presente num jantar em Évora, com militantes socialistas cuidadosamente mobilizados, revelando ter vindo ao distrito de Évora em funções governativas com aproveitamento para a propaganda partidária, usando meios do Estado, pagos pelos contribuintes que sentem na pele a crise e a falência para onde conduziu o país em 6 anos.

Curiosamente não visitou nenhuma das outras Escolas Secundárias intervencionadas no distrito de Évora, nas quais persistem graves problemas, apesar dos milhões de €uros gastos pela empresa Parque Escolar: elevados consumos de água e energia, inadaptação de espaços, uso incorrecto de materiais, etc.

Dispondo de um orçamento anual de 4.000 M€, a empresa pública Parque Escolar, criada em 2007, é já a quinta empresa do sector empresarial do Estado com maior nível de endividamento, tendo contribuído de forma assinalável para a bancarrota a que Sócrates conduziu Portugal.

Sem direito a qualquer atenção ou honra, ficaram as centenas de estudantes bolseiros da Universidade de Évora que viram reduzidas ou perderam as suas bolsas e foram obrigados a abandonar os estudos ou passam por graves carências económicas e mesmo alimentares.

Pelo mesmo motivo de controle eleitoralista e para não assumir as consequências do desastre governativo socialista ficaram igualmente os empresários, trabalhadores e desempregados da indústria dos mármores, que enfrentam dificuldades nunca antes sonhadas, em consequência da insuportável carga fiscal e falta de apoios à exportação, apesar da permanente propaganda do governo socialista.

domingo, 1 de maio de 2011

Sócrates e os independentes

A Cinco Tons: Sócrates avança… com a confiança de independentes:

Que estes salta pocinhas já com pouco respeito vão atrás do Sócrates, não espanta muito, porque todos eles estão à venda e por isso se oferecem a todos: a Cavaco, a Passos Coelho, etc.

O que espanta mais é que o Presidente da CM de Vila Viçosa também estivesse em bicos dos pés atrás de Sócrates para que as televisões notassem a sua presença.

Num dia marcado pela forte componente religiosa que o mundo viveu e Vila Viçosa també, pelo facto de por aqui ter passado João paulo II e, não sendo eles acompanhantes nas preces religiosas, atrevemo-nos a avançar que a única semelhança que encontramos entre ambos é a incompetência na governação e talvez seja isso que os aproxime.

É que em ambos os casos (no país e em Vila Viçosa), o PS trouxe a falência e a necessidade de saneamento financeiro.

Digam lá que não são próximos ...