sábado, 23 de junho de 2012



PSD DE VILA VIÇOSA EM CONSONÂNCIA COM O DISTRITO


  

COMISSÃO POLÍTICA DISTRITAL DE ÉVORA (Nota de Imprensa)

O PSD DE ÉVORA CONTINUA A CONSIDERAR COMO
PRIORITÁRIA A CONSTRUÇÃO DO NOVO HOSPITAL

CENTRAL DE ÉVORA

O PSD do Distrito de Évora sempre foi a favor da construção de um novo Hospital Central em

Évora que substitua os actuais edifícios do Patrocínio e do Espírito Santo, separados por uma

estrada nacional. São edifícios obsoletos para a função, com espaços inadequados e que

tornam difícil a prestação de serviços de qualidade. Para além destas razões, pela actual

duplicação de serviços, meios e estruturas, a construção de uma nova unidade pouparia muitos

milhões de euros ao Estado, por ano.

Em Agosto de 2002, o Conselho de Administração nomeado pelo Ministro social
democrata

Filipe Pereira, de imediato colocou a construção do novo hospital como uma prioridade. Seria

uma unidade de 420 camas, de estatuto Central, construído na Quinta da Latoeira e não na

Quinta dos Canaviais, como se admitia até então. Obedeceria à seguinte calendarização: a)

lançamento do concurso no primeiro trimestre de 2005; b) adjudicação do contrato no 3º

trimestre de 2007; c) entrada em funcionamento no 4º trimestre de 2009.

Após as eleições de 2005, já com o Governo do PS e com um novo Conselho de Administração,

liderado por António Serrano, optou
se por um novo modelo. A construção e abertura de novo

hospital foi a partir daí adiada, com prejuízo para os eborenses e para os alentejanos em geral.

Só em Outubro de 2008, ao Governo do PS voltaria ao tema da construção do novo hospital, no

valor de 94 milhões de euros, com as obras a iniciar em 2010 e a sua abertura prevista em

2013.

Hoje, apesar de todas as dificuldades financeiras a que o pais foi deixado pelos Governos

socialistas, o PSD do Distrito de Évora continua a defender esta grande prioridade, mesmo em

situação de dificuldade, não “virando a cara à luta” para a concretização deste importante

investimento para o Alentejo.

Évora, Junho de 2012
A Comissão Política Distrital de Évora do PSD 


 Rua Cândido dos Reis, nº 48, Apartado 2101 - 7000-582 ÉVORA Telef: 266.704.889 Fax: 266.708.824

sexta-feira, 8 de junho de 2012

RETIRADO DE OUTRO BLOG DA PRAÇA, DEIXAMOS UMA RELEVANTE POSIÇÃO:

Atenção para o conteudo deste video, embora sendo uma peça de telejornal da SIC, muito visto nesse dia.

Ainda assim, é bom que se promova a divulgação deste video até á exaustão.

Então façam um favor, a vós próprios e ao País, enviando para os vossos contactos pedindo igual empenho nesta divulgação.

Esqueçam a filiação ou simpatias

partidárias só por esta vez...

Exija-se a investigação e condenação dos envolvidos!!

A bem de todos nós e gerações vindouras...


http://www.youtube.com/watch?v=tJj0H5C-uhc&feature=player_embedded
8 de Junho de 2012 11:51

sexta-feira, 25 de maio de 2012

É O QUE FALTA EM VILA VIÇOSA!




                                   PARABÉNS À JOVEM ESTUDANTE DE ESTREMOZ

O comercio em Vila Viçosa irá estar aberto até às 24H, desde já a minhas desculpas pelo atraso na divulgação, mas apenas tive conhecimento esta noite.

Esta ideia partiu de um trabalho de avaliação por parte de uma jovem que frequenta uma Escola em Estremoz. 
Alguns comerciantes locais aderiram de imediato à ideia proposta pela jovem, 10€(?) a cada comerciante e lá vai.

Como já é habito, o executivo andou, andou, andou e finalmente à ultima da hora, (talvez por vergonha da pouca participação) ofereceram o lanche, lanches, almoços e festas é com eles.

No Site da Câmara! NADA.......................................................................................................
FADO PATRIMONIO IMATERIAL DA HUMANIDADE 

   CONFORME SOLICITADO, FICA A DIVULGAÇÃO

"POR PORTUGAL POR VILA VIÇOSA"


        

terça-feira, 15 de maio de 2012

 ONDE ESTÁ A ACÇÃO SOCIAL DO NOSSO CONCELHO?


Ora se temos Juntas de Freguesia a pagar almoços a mais de 200 pessoas "com fins sociais", não haverá dinheiro para ajudar esta família?

Caros Senhores Políticos desta Terra, é deste tipo de ajudas que as pessoas precisam e não de grandezas em almoços que apenas servem para auto-promoção.

              A NOSSA OBRIGAÇÃO É EVITAR ISTO.


"Solidariedade Expresso

"Só me apetece meter uma corda ao pescoço"

Fernanda Rebimba não tem dinheiro para a deslocação de mais de 70 kms entre a sua casa e o Hospital de Évora. E menos ainda para, anualmente, ir a Lisboa fazer exames de vigilância ao cancro na mama.

Joana Pereira Bastos e Vera Lúcia Arreigoso (www.expresso.pt)
17:50 Segunda feira, 14 de maio de 2012
"Na semana passada tinha a consulta de anestesia em Évora e não fui; vou ver se este mês consigo dinheiro para lá ir porque também preciso de credencial"
"Na semana passada tinha a consulta de anestesia em Évora e não fui; vou ver se este mês consigo dinheiro para lá ir porque também preciso de credencial"
Jorge Simão


Ler mais: http://expresso.sapo.pt/-so-me-apetece-meter-uma-corda-ao-pescoco=f725883#ixzz1uy9l0Jej "

domingo, 13 de maio de 2012

Como poderá este País ter dinheiro com Governações socialistas?

Atrasos constantes nos apoios associativos:

Desde Janeiro que não libertam verbas para os compromissos assumidos com as diversas colectividades.
Mas libertam verbas para protocolo com as Freguesias, demonstrando a forma de como não se deve gerir o dinheiro publico.
O Executivo Municipal opta por transferir verbas de protocolo para juntas esbanjarem dinheiro em excursões de campanha politica a oceanarios e zoológicos, para colmo da hipocrisia politica, em tempos tão difíceis e após deixarem o Pais de rastos, continuam a fazer Almoçaradas apregoando sensibilidade social.

Caros maus gestores do nosso dinheiro, isto não é colaboração social, mas sim falta de respeito por quem por vossa culpa passa por verdadeiras dificuldades.

sábado, 8 de outubro de 2011

DOIS ANOS DE FRACASSO SOCIALISTA NA CÂMARA

  1. Ao fim de 2 anos, a Câmara de VV suspendeu a obra da Biblioteca Municipal, depois de descobrir que não tinha dinheiro para a fazer. Até aqui dormiu à espera de um milagre financeiro e deu gás a uma obra que o PSD sempre defendeu noutro local (antigos Bombeiros, com financiamento da U.E.), quis sacudir a responsabilidade para a Assembleia Municipal e pagou 150.000€ pela alteração de um projecto que agora fica reduzido a um charco ao pé do Museu do Mármore que os turistas visitam, apesar de não mais se ouvir falar do prometido (entre 100 medidas) “Plano Estratégico do Turismo do Concelho”;
  2. Ao fim de 2 anos, a Câmara de VV não recuperou nenhuma pedreira abandonada para Ópera, mas deixou mais uma cratera nas obras da Biblioteca. Com a mesma irresponsabilidade com que Sócrates levou o país à ruína, também a CM gastou o que diz não ter para promover o seu Presidente com espectáculos numa pedreira não recuperada, sem benefícios para os calipolenses nem retorno económico para os comerciantes e para a economia do concelho;
  3. Ao fim de 2 anos, a Câmara de VV continua sem decidir o que fazer com as obras iniciadas e projectadas pela CDU. A falta de rumo do PS na gestão autárquica é mais que evidente, sem conseguir resolver em definitivo as obras sem estudos nem fundamento que a CDU iniciou e projectou, mas que o PS não altera, não melhora, nem apresenta alternativas;
  4. Ao fim de 2 anos, a Câmara de VV continua a agravar a crise financeira que afecta as famílias e as empresas. Em tempo de crise, quando as famílias e as empresas mais precisam da ajuda do poder local no alívio da sua carga fiscal, a CM preocupa-se apenas em arrecadar mais impostos para esbanjar na propaganda e no exibicionismo do seu Presidente. O PSD viu chumbada pelo PS e pela CDU na Assembleia Municipal, (Sr. Presidente da Junta de Freguesia de Bencatel) a sua proposta de redução do IMI e do IRS;
  5. Ao fim de 2 anos, a Câmara de VV envergonha os calipolenses e não se faz respeitar. Demitem-se vereadores eleitos, exoneram-se secretarias do vice-Presidente, contratam-se “boys” sem qualificações com vencimentos chorudos, decreta-se e anula-se a falência da Câmara, os vereadores do PS são “badamecos” para o Presidente… Nunca visto na Princesa do Alentejo.
E AINDA FALTAM MAIS 2 ANOS. SERÁ QUE OS CALIPOLENSES AGUENTAM?


Vila Viçosa, Outubro de 2011
A COMISSÃO POLÍTICA DE VV DO PSD

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

VILA VIÇOSA PASSOU DO MARASMO AO RETROCESSO. POR QUANTO TEMPO MAIS...?

O Partido Socialista (PS) conseguiu num curto espaço de tempo o notável feito de elevar Borba a cidade e de fazer eleger em Vila Viçosa um executivo municipal que substituiu o marasmo pelo retrocesso desta Vila. Pior seria impossível.


Ao fim de 2 anos de ocupação de poder local (não se pode chamar governação autárquica ao que por aqui temos visto), o auge da incompetência que sempre se adivinhou: a suspensão da execução da Biblioteca e Arquivos Municipais, pelo facto de a obra representar um encargo financeiro desmesurado.


Os calipolenses rejeitaram a proposta do PSD, que sempre discordou daquela obra naquele local, sugerindo a recuperação das antigas instalações dos Bombeiros para a Biblioteca Municipal (e espaço de trabalho para grupos de teatro e outras manifestações artísticas) e afirmando por essa via da reabilitação urbana, a Rua Florbela Espanca como artéria cultural berço de ilustres calipolenses, ao contrário do PS que por comodismo deixou andar a obra iniciada pela CDU.


O desfecho a que o PS conduziu o processo priva os calipolenses de um importante equipamento colectivo, sem grandes esperanças de que se possa recuperar o mesmo, deixando mais uma cratera de água infestada e o pouco recomendável esqueleto de obras junto ao actual Museu do Mármore e à mercê dos olhares dos seus visitantes.

Num concelho com várias crateras de pedreiras abandonadas, afinal não se recuperou nenhuma que estivesse abandonada (como foi prometido para a famosa Ópera na Pedreira), mas antes se criou mais uma e, desta vez pela própria Câmara Municipal, que terá por certo abandonado em definitivo o projecto de classificação da Vila como Património da Humanidade pela UNESCO.

As declarações do Presidente da Câmara para justificar a suspensão da obra são pouco claras e nada coerentes:

Uma das explicações aponta para o facto de a realização do projecto implicar penalizações para a Câmara durante 20 anos por via de canalização de todas as receitas municipais para o pagamento do empréstimo contraído.
  • Fica por esclarecer qual a % da obra que era financiada pelos Fundos Comunitários e quanto seria a comparticipação por parte da CM, tal como fica por esclarecer se algum adiantamento dos mesmos fundos chegou à CM neste espaço de 2 anos e se agora haverá lugar à devolução dos mesmos;
  • O executivo do PS parece não ter tido dúvidas durante estes 2 anos de mandato (nem durante a campanha eleitoral) quanto à sua construção, ou quanto ao seu financiamento, não tendo desenvolvido qualquer processo de interrupção da obra ou dos concursos que já estavam a decorrer, o que teria por certo acarretado menos custos do que aqueles que agora a CM terá que suportar pelo abandono definitivo da obra.
  • A situação já tinha sido denunciada pelo PSD mas nunca foi esclarecida pelo executivo, mantendo-se por isso incompreensível o processo, do ponto de vista da gestão pública.


Refere o Presidente da CM que a medida não é prioritária em momentos de crise e que é preferível aplicar o dinheiro em benefícios sociais, emprego e saúde.
  • Desde logo, merece destaque o facto de as questões sociais, o desemprego e a assistência na saúde não serem novas dos últimos meses em Vila Viçosa a não ser para o Presidente da CM que delas não deu conta durante a campanha eleitoral autárquica, ao contrário do PSD, que estabeleceu como prioridade ajudar as famílias calipolenses a enfrentar a crise em que o PS já havia mergulhado o país, mas que mesmo assim continuava a prometer levar os idosos a passear, para acompanhar a moda no nosso vizinho concelho de Alandroal;
  • Ao contrário do PS, que agora acordou para a crise, o PSD estabeleceu como desafio, no curto prazo, precaver e evitar o aumento das desigualdades sociais e procurar a sua diminuição, mantendo elevados níveis de coesão social, enquanto garante da manutenção dos padrões de qualidade de vida. O curto prazo queria dizer exactamente estes 2 anos, durante os quais o PS andou distraído quanto às necessidades sociais, de emprego e de saúde dos calipolenses;
Uma terceira justificação com pouco sentido, por parte do Presidente da CM, assenta na declaração de que “Há alturas de vacas gordas em que podemos fazer as coisas de qualquer maneira e há alturas de vacas magras onde temos de ter opções”.
  • Como se a situação do país durante a campanha eleitoral fosse de vacas gordas, o Presidente eleito pelo PS, descobriu também ele, só agora que o mundo e Vila Viçosa mudaram da noite para o dia e, vai daí, acordámos todos (ele) no meio da mais profunda crise que se abateu sobre nós a uma velocidade vertiginosa;
  • Talvez por isso, enquanto o PSD falava da necessidade de ajudar as famílias e as empresas calipolenses a enfrentarem a crise, o PS, na ânsia de ganhar a CM a qualquer preço, continuava a mentir sobre a crise e a prometer construir tudo e mais alguma coisa: pavilhão multiusos, pousada de juventude, parque de feiras e exposições, casas museu, circuitos de manutenção, parque desportivo de Bencatel, parque desportivo de Ciladas (com arrelvamento do campo de futebol), ...
  • Se há que fazer opções em época de crise, ficámos a saber que a ópera na pedreira foi uma opção a tantas outras coisas onde se poderia ter gasto o mesmo dinheiro;
Os calipolenses vêem assim o executivo municipal que elegeram (e que já não se sabe bem que força política representa) chegar a meio do seu primeiro mandato com um desgaste tão ou mais profundo em apenas 2 anos quanto o que conseguiu a CDU, da qual estavam cansados, pelo marasmo.

Desde a confusão interna que resultou no conflito aberto e descarado no executivo e no consequente abandono do Vice-Presidente, até à deliberação camarária (publicada no Edital nº 22/2011) que reconheceu a falência da Câmara e decretou o recurso a um plano de saneamento financeiro, o que levou a que o Presidente do mesmo catalogasse os seus vereadores (do PS) de "badamecos" (Rádio Campanário), temos visto de tudo um pouco.

Parece pois mais que evidente a fragilidade política e eleitoral do executivo municipal, que se vem acumulando, gerando crescentes rumores (oriundos do próprio PS) de abandono das funções pelo Presidente da Câmara, a curto prazo.

Ora, como não há fumo sem fogo, nem seria a primeira vez que o agora investido Presidente abandonaria as suas funções autárquicas antes do final do seu mandato, conviria que o mesmo esclarecesse a coisa, antes de se decidir por abandonar o barco, eventualmente, diga-se.

Seja agora ou pouco mais tarde, parece inevitável o abandono, por estar demonstrada à evidência a dificuldade do actual Presidente da CM de Vila Viçosa em continuar a exercer as suas funções, dada a incapacidade de gestão pública e autárquica, comprovada pela justificação da suspensão da obra da Biblioteca Municipal, na medida em que:
  • Ou o então candidato autárquico teve consciência da crise, em 2009, mas continuou a prometer o que não podia cumprir, devido à crise que já atingia Portugal e, em tais circunstâncias revelou-se um demagogo e enganou os calipolenses, restando saber se aos dias de hoje continua a merecer a confiança dos mesmos (tal não aconteceu a José Sócrates, por motivos semelhantes);
  • Ou o então candidato não teve consciência da crise nem das circunstâncias difíceis em que o país e o concelho mergulhariam a curto prazo e, nesse caso, revelou-se incompetente enquanto gestor público, com falta de ou errada visão, incorrecta avaliação dos problemas e das condicionantes e incapaz, por tudo isso, para conduzir os destinos do concelho.