terça-feira, 29 de setembro de 2009

PELA IMPORTÂNCIA QUE TEM E QUE OUTROS DESVALORIZAM

Pela importância que nos merece o tema e pelo prejuízo que os habitantes do concelho sofrem com o preço da água (devido à sua injusta forma de facturação pela Câmara Municipal), reeditamos aqui o comunicado e tomada de posição do PSD sobre esta matéria, da qual é responsável a CDU que preside à Câmara Municipal de Vila Viçosa e o PS que compõe o executivo municipal com 2 vereadores sem que alguma vez se tenha dignado fazer estes simples cálculos, com o dever de fisacalização que estava na sua esfera.

Mais nos estranha ainda é que alguns órgãos de comunicação local não se tenham dignado transmitir qualquer notícia ou referência e este comunicado do PSD, imaginamos que por não considerarem suficientemente importante a questão.

Dizemos que "imaginamos" porque consideramos só poder ser essa a motivação admissível, nada nos levando a suspeitar de quaisquer outras motivações, nem de algum refreio ou retracção à produção comunicacional do PSD por comparação a outras forças políticas locais que não marcam presença, vá-se lá saber porque motivos.

Neste sentido, continua a ser estranho e mesmo dificilmente compreensível que alguns órgãos de comunicação social local revelem pouca apetência e disponibilidade por noticiarem matérias que o PSD de Vila Viçosa considera de enorme e mesmo crucial importância para a qualidade de vida dos habitantes do concelho: a qualidade e o preço da água.

Fazê-mo-lo em respeito pelos eleitores que em nós votaram e cuja confiança em nós depositaram para os representarmos, os quais nunca deixaremos sozinhos ou abandonaremos.

Habituem-se para os próximos anos ...

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

COMPROMISSO ELEITORAL - APRESENTAÇÃO


Sexta-Feira, 25 de Setembro de 2009, a partir das 18 horas na Praça da República em Vila Viçosa.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

FREGUESIA DE BENCATEL - CANDIDATOS (43 anos média)

1 - Joaquim Manuel Lobo Nobre - 45 anos (Gestor de Empresas , natural de Bencatel e residente em Vila Viçosa);

2 - Carlos Alberto Coco Borrego - 41 anos (Gestor de Empresas, natural e residente em Bencatel);

3 - Susana Paixão Zita Cortes -35 anos (Psicóloga, natural de Évora e residente em Bencatel);

4 - Estevão Joaquim Granadeiro Lobo - 71 anos (Aposentado, natural e residente em Bencatel);

5 - Carlos Avelino Santa Lopes - 34 anos (Bancario, natural de Vila Viçosa e residente em Bencatel);

6 - Maria José Arranja Almeida - 39 anos (Doméstica, natural e residente em Bencatel);

7 - António Pedro Mocho Rocha - 24 anos (Empresario, natrual de Vila Viçosa e residente em Bencatel);

8 - José Pereira Perico Babinha - 58 anos (Electricista, natural e residente em Bencatel);

9 - Vera Maria Capacete Calisto - 29 anos (Técnica de Optometria, natural e residente em Bencatel);


10 - Joao Antonio Santana Leitao - 45 anos (Empregado de escritório, natural e residente em Bencatel);

11 - Joao Augusto Neves Galego - 62 anos (Cabouqueiro, natural e residente em Bencatel);

12 - Maria José Lopes Machado - 33 anos (Professora, natural de Vila Viçosa e residente em Bencatel)

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

domingo, 20 de setembro de 2009

UMA GESTÃO MUNICIPAL MODERNA E PRÓXIMA DOS CIDADÃOS E DAS EMPRESAS

Existe actualmente um confronto entre modelos de gestão de suporte à administração autárquica que devem ser criteriosamente analisados com vista a alcançar níveis mais satisfatórios na qualidade da prestação de serviços, através, nomeadamente, de um reforço da eficácia e eficiência dos serviços municipais. A construção de propostas de carácter alternativo ao actual modelo de gestão de base municipal, passa por equacionar/ponderar as tendências de evolução das atribuições e competências das autarquias locais, tendo sempre em mente a eficácia face aos objectivos de serviço público que devem nortear a administração local e a eficiência na utilização dos recursos.

DESAFIO: melhorar a qualidade, capacidade e eficácia de resposta aos serviços solicitados pelos Munícipes e outros utentes da gestão autárquica, promovendo o aprofundamento da democracia e transparência da governação municipal, através da simplificação da relação com os cidadãos, as empresas e os agentes locais e regionais.

COMPROMISSO DE MANDATO: O 4º compromisso de Mandato da candidatura do PSD é o de dotar o concelho de uma gestão municipal moderna e próxima dos cidadãos, através da reorganização e modernização dos serviços municipais, em direcção a uma prestação de serviço público mais interventiva no apoio aos munícipes, empresas, agentes da sociedade civil e da economia social.

ORIENTAÇÕES PARA A ACÇÃO:

  • Desenvolver uma filosofia de prestação de serviços na gestão pública local enquanto nova atitude na relação com os munícipes;
  • Envolver e motivar todos os colaboradores da autarquia para um processo de modernização e reestruturação organizacional (com reforço de competências), tendo em vista a melhoria de imagem da autarquia e a afirmação de um novo estilo: a proximidade ao munícipe;
  • Assegurar a transparência nos processos de decisão e a desburocratização e simplificação dos procedimentos administrativos;
  • Qualificar os recursos logísticos de intervenção e valorizar pessoal e profissionalmente os Recursos Humanos ao serviço da Câmara Municipal e das Juntas de Freguesia, relevando a sua importância na dinâmica económica, cultural e social do concelho;
  • Estimular o uso das Novas Tecnologias de Informação e Comunicação para modernizar a Administração do Município;
  • Valorizar o trabalho das Freguesias, estabelecendo mecanismos transparentes de transferência de competências e recursos;
  • Assumir o princípio de transparência da gestão municipal na relação com a sociedade civil, publicitando os financiamentos concedidos às ONG, às IPSS e às diferentes Associações, e as medidas e programas ou acções a realizar como contrapartida. Dinamizar iniciativas de Eficiência Colectiva que visem fomentar a cultura de parceria e funcionamento em rede entre a autarquia e outros actores relevantes para o desenvolvimento dos sectores a que pertencem aos territórios concelhio e regional;


  • ACÇÕES A DESENVOLVER:
  • Estruturar uma oferta de serviços municipais dinâmicos e inovadores no apoio à actividade económica e à captação de investimento externo, através de uma Agência de Promoção e Apoio à Economia local (APAE-VIÇOSA), para: promover “Vila Viçosa” nos eventos nacionais e estrangeiros; apoiar a participação de empresas e seus produtos em feiras; apoiar as empresas e comerciantes nos seus projectos de investimento e na relação com o Estado; apoiar novos investidores no concelho;
  • Constituir o Conselho Municipal da Juventude e o Conselho Municipal de Cultura, enquanto órgãos de consulta e participação municipal, espaços de articulação e conjugações das múltiplas intervenções dos diversos agentes concelhios;
  • Construir canais e formas de debate e participação na agenda municipal, como o Fórum das Associações do Concelho, órgão consultivo;
  • Reformular o Portal Electrónico da autarquia, fomentando uma relação de utilização activa e um princípio dinâmico para os serviços autárquicos on-line, capaz de disponibilizar informação técnica, consultas de processos, aceitar requisições, marcações, transmitir em tempo real reuniões da Câmara e da Assembleia Municipal através da Web;
  • Qualificar os recursos logísticos autárquicos e valorizar pessoal e profissionalmente os Recursos Humanos ao serviço da Câmara Municipal e das Juntas de Freguesia na sua relação com a dinâmica económica, cultural e social do concelho;
  • Qualificar o atendimento dos utentes através do modelo Balcão Único.


Em regra, a modernização e a melhoria da qualidade dos serviços municipais, a proximidade ao munícipe, a transparência nos processos de decisão e a desburocratização e simplificação dos procedimentos administrativos constituem hoje vectores fundamentais que devem nortear os modelos de gestão de suporte à administração autárquica com vista a alcançar níveis superiores de eficácia e qualidade na prestação de serviços públicos municipais, facilitando a vida ao cidadão e obtendo, em conformidade, níveis superiores do padrão de eficiência e produtividade da administração local.

Mais ainda pelo facto de a natureza e a densidade dos desafios imediatos colocar a administração municipal perante (novas e originais) necessidades objectivas de intervenção, para enfrentar a crise internacional, com reflexos sobre os modos de estruturação e funcionamento internos tanto no plano funcional, como no plano orgânico.

Por outro lado, as prioridades estratégicas de desenvolvimento enumeradas nos 3 outros eixos do programa construído, constituem um compromisso inadiável entre os instrumentos de gestão corrente (Plano de Actividades e um Orçamento plurianual) e a gestão prospectiva e estratégica assente numa visão de futuro para o Concelho em 2020.

A fixação de novas competências técnicas de planeamento, gestão e execução nas várias esferas de intervenção autárquica, bem como a qualificação permanente do pessoal ao serviço constituem as alavancas a valorizar para melhorar a eficácia e eficiência da gestão autárquica em Vila Viçosa.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

QUANDO CORRE NAS TORNEIRAS, A ÁGUA CUSTA MAIS 90% DO QUE DEVERIA CUSTAR

Ao contrário da prática na maioria dos concelhos do país, a Câmara de Vila Viçosa optou por uma forma de facturação da água que prejudica os consumidores, fazendo-os pagar entre 50% a 90% mais, pelo seu consumo.

Não contente com o continuado desprezo que ao longo de 12 anos a CDU tem revelado pela qualidade de vida dos calipolenses, aos quais tantas e repetidas vezes falta a água ou diminui a pressão nas suas torneiras, em casa, nos cafés, restaurantes e empresas, a Câmara de Vila Viçosa opta por facturar o total da água consumida ao preço do escalão onde o consumidor se situa, em vez de repartir esse volume pelos escalões definidos e proceder ao cálculo correspondente a cada um deles.

O resultado é que quando um idoso e pensionista que vive sozinho consumir num certo mês mais 1m de água que os 8m que habitualmente consome (a 0,5€ por m), paga mais 50% na factura da água do que deveria pagar com uma decomposição do consumo pelos 2 escalões, para efeitos de cálculo.

O consumidor idoso e pensionista que vive isolado, paga à Câmara de Vila Viçosa o total dos 9m ao preço do escalão seguinte (a 0,8€ por m), resultando em 7,2€ e não nos 4,8€ que seria justo pagar. Se uma família consome 18m, todos eles são pagos ao valor de 1,2€ (21,6€), resultando numa factura 69% superior aos 12,8€ que deveria pagar.

E, caso gritante mas comum, o de uma família de 3 elementos que no verão consome um pouco mais e chega aos 28m de água, vê a Câmara de Vila Viçosa cobrar todo o consumo ao preço de 1,8€ por metro cúbico, num total de 50,4€ e não os 26,6€ que pagaria noutro concelhos, sendo por isso prejudicada em 90% pelas opções da Câmara CDU.

É possível uma Vila MAIS Viçosa e a Princesa do Alentejo merece mais responsabilidade e transparência na gestão autárquica.

Vila Viçosa, Setembro de 2009 - A Candidatura Autárquica do PSD

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

FREGUESIA DE PARDAIS - CANDIDATOS (46 anos média)

1 - António José dos Santos Espada - 49 anos (Técnico Comercial, natural de Vila Viçosa);

2 - João José Coelho Pinto - 49 anos (Maquinista, natural e residente em Pardais);

3 - Cláudia de Jesus Dias Xavier - 28 anos (Enfermeira, natural e residente em Pardais);

4 - António José Coelho Pinto - 50 anos (Motorista, natural e residente em Pardais);

5 - Constantino de Jesus Marouvas Coelho - 43 anos (Comerciante, natural de Alandroal e residente em Pardais);

6 - Joaquim José Véstias Gonçalves - 41 anos (natural de Vila Viçosa e residente em Pardais);

7 - José Joaquim Serra Calado - 53 anos (Encarregado, natural e residente em Pardais);

8 - Inácio Joaquim Serra Calado - 50 anos (Encarregado, natural e residente em Pardais);

9 - José João da Rosa Pardal - 46 anos (Reformado, natural e residente em Pardais);

10 - Joaquim António Coelho Nobre - 53 anos (Cabouqueiro, natural de Vila Viçosa e residente em Pardais)

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

FREGUESIA DE CILADAS (S. ROMÃO) - CANDIDATOS (33 anos média)

1 - Joaquim António Maurício Ramos - 48 Anos (Empresário dos transportes, natural e residente em Ciladas/S.Romão);

2 - António José Coelho Valério - 48 Anos (Bancário, natural e residente em Ciladas/S. Romão);

3 - Gilda Sofia Glorias Caeiro - 27 Anos (Advogada, natural e residente em Ciladas/S. Romão);

4 - Márcio José Pestana Capelas - 26 Anos (Assessor de Adiministração, natural de Vila Viçosa e residente em Ciladas/S. Romão);

5 - Vitor Manuel Glorias Lopes - 31 Anos (Técnico de Higiene e Segurança no Trabalho, natural e residente em Ciladas/S. Romão);

6 - Claudia Cristina Andrade Pestana - 24 Anos (Gestora, natural e residente em Ciladas/S.Romão);





7 - José António Pinguicha Rebimba - 42 Anos (Pintor de CC, natural e residente em Ciladas/S. Romão);

8 - Carlos Manuel Glorias Lopes - 35 Anos (Motorista, natural e residente em Ciladas/S. Romão);

9 - Susana Cristina Marques Guerra - 33 Anos (Esteticista, natural e residente em Ciladas/S. Romão)



10 - Valter Luis Real Glorias - 25 Anos (Tecnico Vidreiro, natural e residente em Ciladas/S. Romão);

11 - Cristovao Joaquim Lopes Cuco - 36 Anos (Cabouqueiro, natural e residente em Ciladas/S. Romão);

12 - Andreia Cristina Parraça Lagareiro - 22 Anos (Estudante, natural e residente em Ciladas/S. Romão)

terça-feira, 8 de setembro de 2009

PATRIMÓNIO MUNDIAL (UNESCO): UMA CAUSA PERDIDA NAS MÃOS DA AUTARQUIA

Parece a cada dia que passa mais evidente a incapacidade da CDU em levar por diante uma causa que definiu como objectivo para a localidade e que prometeu cumprir, mas que se arrasta inconsequentemente há 8 anos.

Não dispondo de toda a informação que permita afirmar categoricamente que a (in)acção do Governo central tem bloqueado o processo de construção da candidatura (coisa que não estranharia a quem vive noutros concelhos da Zona dos Mármores que não os municípios socialistas), ainda assim é justo reconhecer que são já 8 os anos perdidos pela Câmara de Vila Viçosa, a qual se revelou incapaz de algum tipo de reacção, através de um "Plano B", que permitisse contornar contratempos como este (relatado nas notícias abaixo).

Do processo desenrolado até agora, ao longo de 8 anos, pode afirmar-se que poderia ter-se desenrolado entretanto de forma mais aprofundada todo um trabalho preparatório e de suporte a ser executado por estruturas técnicas locais altamente qualificadas em diversas áreas científicas, dedicadas quase exclusivamente ao projecto do Património Mundial, com independência das estruturas técnicas de gestão urbanística corrente nos serviços municipais, ainda que interligadas.

O não avanço do projecto ao longo destes 8 anos resulta sempre, em maior ou menor grau, da incapacidade da CM em afirmar a importância da candidatura, dos constantes avanços e recuos em termos de estratégia, da substituição dos membros da equipa do projecto, da insuficiente mobilização de parceiros influentes na arte do "lobbying" institucional para garantir um lugar ao sol a Vila Viçosa nesta matéria.

Certo é que temos 2 mandatos autárquicos perdidos em tempo e recursos financeiros, que contribuiram além do mais para dispersar a atenção do executivo municipal, que se deveria ter concentrado em por em prática um Plano Alternativo: assente na actuação autónoma e concertada em parcerias locais (promovidas a partir da CM) através dos fundos comunitários que no âmbito da Política das Cidades se vêem contemplados em programas vocacionados para a regeneração urbana, para o estímulo à inovação e à competitividade urbana.

Ao contrário, a CM de Vila Viçosa ficou com as "mãos nos bolsos" à espera de uma hipotética candidatura que eventualmente pudesse ser aceite e, sabe-se lá, aprovada pela UNESCO, resolvendo por essa via, como que por um passe de mágica, todos os problemas de Vila Viçosa nos domínios patrimonial e cultural urbanos.

Não é a primeira vez que esta matriz de inércia na gestão local é adoptada enquanto estratégia quase fundamentalista, com resultados pouco simpáticos a longo prazo, bem visíveis em locais bem perto de nós, como é o caso de Évora, cidade que corre hoje o risco de uma desclassificação pela UNESCO, resultado do insuficiente trabalho desenvolvido, a montante e a jusante do galardoamento obtido em 1986.

Ora, os problemas de VV não se resumem à conservação monumental e à reabilitação urbana (que poderiam ainda assim gerar muitos postos de trabalho desde que dinamizadas localmente e darem origem a um interessante cacho de actividades em torno da recuperação e restauro do património) mas também de animação patrimonial e cultural.

Ora, quanto à ligação entre cultura-turismo-lazer, interligando criação e o património, articulando a cultura e a reabilitação dos territórios por via da intervenção concertada entre várias entidades (públicas, privadas, terceiro sector e particulares), muito há a fazer, no sentido:

  • da adaptação de edifícios ou espaços obsoletos a equipamentos de cariz cultural;
  • da construção de novos equipamentos culturais distribuídos por todo o território;
  • da valorização do espaço público por via de actividades de animação cultural e artística.

É precisamente aqui, ao nível autárquico, que assumem importância as políticas locais de ligação entre reabilitação urbana e programas culturais de valorização histórica, de recriação e promoção do turismo cultural, estimulando a partir da iniciativa municipal o surgimento e consolidação de parcerias entre variadas entidades de âmbito horizontal e vertical, enquanto forma de afirmação de alternativas sustentáveis e não dependentes da UNESCO ou de qualquer outro organismo.



No PortalAlentejano, mais desenvolvida a notícia da Lusa:

A Câmara Municipal de Vila Viçosa manifestou o seu “profundo desagrado” pela morosidade na publicação em Diário da República da Zona Especial de Protecção (ZEP) local, que a autarquia aguarda há mais de dois anos.

O município divulgou hoje ter aprovado uma moção onde refere que o atraso na publicação da ZEP está a condicionar a classificação de património de interesse público em Vila Viçosa, colocando alguns entraves ao processo de candidatura da localidade a Património da Humanidade, pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO).

No documento aprovado pelo executivo municipal, a que a agência Lusa teve acesso, a autarquia renova o pedido ao ministro da Cultura para proceder “urgentemente” ao envio da ZEP de Vila Viçosa para publicação em Diário da República.

Segundo o presidente do município de Vila Viçosa, Manuel Condenado, a não aprovação da ZEP está a condicionar a conclusão de processos de classificação de património de imóveis de interesse público na vila, a decorrer no Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR).

O autarca indicou que entre os imóveis a aguardar classificação contam-se a Igreja de S. Domingos, a Igreja e Convento de Santa Cruz, o Paço do Bispo, a Casa Doutor Barata e a Ermida de Santo Eustáquio.

Manuel Condenado adiantou ainda que o atraso na publicação da ZEP não permite estabelecer uma zona de protecção ao “valioso património construído” do centro histórico de Vila Viçosa, “um dos suportes da candidatura de Vila Viçosa a Património da Humanidade.

Segundo o autarca, a Zona Especial de Protecção vai permitir que qualquer projecto de recuperação de imóveis passe a ser realizado por técnicos mais qualificados e acompanhado pelo IGESPAR.

A Assembleia Municipal de Vila Viçosa aprovou em 26 de Abril de 2007 a versão final da Zona Especial de Protecção de Vila Viçosa, tendo a Câmara Municipal enviado o documento para o então IPPAR em 16 de Maio de 2007.

A Câmara Municipal refere que, de acordo com a informação do ex-IPPAR, a então ministra da Cultura exarou em 12 de Junho de 2007 o despacho de homologação com a “fixação da ZEP conjunta dos imóveis classificados e em vias de classificação do centro histórico de Vila Viçosa”.

Vila Viçosa pretende candidatar o conjunto urbano da localidade, englobando o património arquitectónico e artístico e a sua envolvente ambiental e paisagística, ao estatuto de Património Mundial, concedido pela UNESCO.

A candidatura, cujo processo arrancou em Fevereiro de 2002, integra-se na categoria de património cultural com base no importante património histórico, monumental e cultural da localidade, conhecida por “vila museu”.

TCA.Lusa/Fim

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

ZONA DOS MÁRMORES COM MOTIVOS DE QUEIXA DO GOVERNO DO PARTIDO SOCIALISTA

O Sector dos Mármores é o sector industrial mais importante do Distrito de Évora e um dos principais (talvez o único “cluster” verdadeiramente industrial) do Alentejo, tanto em contributo para o PIB regional como para a empregabilidade e fixação de população no interior do país, contrariando a erosão natural e demográfica que o interior tem visto agravadas com o Governo do PS.

Contribui além do mais de uma forma inquestionável para a geração de riqueza em benefício regional: a exploração de recursos naturais locais.

O sector industrial alentejano mais resistente (ainda) a todas as crises cíclicas a que esteve sujeito e sobreviveu competitivamente até agora, concentra-se na denominada Zona dos Mármores (Borba-Estremoz-Vila Viçosa-Alandroal), revelando-se como o mais importante pelos largos milhares de postos de trabalho directos e pelos largos milhares de postos de trabalho indirectos que mantém mercê da sua laboração.

Para além da sua vocação interna no âmbito da construção civil e artística, o sector dos mármores é de vocação marcadamente exportadora para todos os Países do mundo, contribuindo desta forma não apenas para o equilíbrio das contas externas do nosso País, como também para a afirmação do nome de Portugal no mundo.


No entanto, de forma incompreensível para os Alentejanos, é o único sector industrial do País (mais ainda de uma região pobre do interior) a quem este Governo e o Partido Socialista não apoiou com incentivos específicos (de combate à crise) no sentido de lhe garantir a competitividade suficiente para evitar o encerramento de empresas ameaçadas pela quebra da procura interna e aumento da competição dos mármores externos, nem sequer lhe fazendo referência no seu programa eleitoral.


O Partido Socialista e o Governo, desprezando este sector importantíssimo do Distrito de Évora, contribui claramente para o desemprego que cresce exponencialmente na região, levando ao encerramento de muitas empresas, desde meados de 2008, temendo-se que a situação possa ainda piorar no regresso das férias de 2009.

Este desprezo sistemático do sector dos mármores, que do ponto de vista económico é o único resistente no Distrito de Évora, é a contrapartida das opções do Partido Socialista em atribuir infindáveis apoios à Banca e a sectores que sobejamente são conhecidos como sorvedores do dinheiro público desde há décadas, sem que daí resultem benefícios substanciais para o desenvolvimento do País, em geração de riqueza e de emprego.

É há muito assim o Partido Socialista, que viu Guterres gastar na economia virtual à “tripa forra” o que não tínhamos, aconselhado por Sócrates e outros “socratodos” delfins alentejanos, redundando num desastre à vista desarmada: endividamento incomportável das famílias alentejanas, encerramento de micro e pequenas empresas por excessivo e descontrolado défice do Estado que a todos deve e a ninguém paga, desemprego alarmante e empobrecimento crescente da classe média.

O desastrado resultado da governação socialista é real, indesmentível e todos os dias sentido, cabendo aos portugueses e também os Alentejanos, a opção pelo PSD e a escolha dos seus candidatos ao Distrito de Évora, pondo termo ao descalabro que vivemos há 4 anos, demasiado tempo de teatro barato e música sem orquestra nem maestro.

Josué Bacalhau - Candidato na lista do PSD à Eleições Legislativas, pelo Distrito de Évora

terça-feira, 1 de setembro de 2009

FREGUESIA DE S. BARTOLOMEU - CANDIDATOS (44 anos média)


1 - Carlos Alberto Albuquerque Carronha - 49 anos (Técnico de Farmácia, natural e residente em Vila Viçosa)

2 - Ricardo Alexandre Fernandes Ferreira - 27 anos (Profissional Liberal, natural e residente em Vila Viçosa)

3 - Filomena de Jesus Gomes Cabrela Morgado - 39 anos (Empregada Administrativa, natural de Ciladas e residente em Vila Viçosa)

4 - César Luis da Saúde dos Santos - 26 anos (Empresário do Comércio, natural e residente em Vila Viçosa)

5 - Artur José da Saúde Barreiros - 68 anos (Empregado de Escritório, natural e residente em Vila Viçosa)

6 - Susana Cristina Marques Canhão - 29 anos (Engenheira, natural e residente em Vila Viçosa)

7 - Manuel António Batanete - 54 anos (Funcionário Municipal, natural de Pardais e residente em Vila Viçosa)

8 - José Joaquim Belchior Canhão - 52 anos (Gerente Comercial, natural e residente em Vila Viçosa)

9 - Florbela Gertrudes Bilro Ribeiro - 55 anos (Empregada Administrativa, natural e residente em Vila Viçosa)



10 - Rui Fernando Peixinhos Caia - 50 anos (Cortador de Mármore, natural e residente em Vila Viçosa)

11 - Manuel João Vedor Gonçalves - 36 anos (Empregado de Escritório, natural de Évora e residente em Vila Viçosa)

12 - Maria Olimpia Ferreira Alegrias Caia - 42 anos (Empregada Administrativa, natural e residente em Vila Viçosa)